No oeste da Bahia, a fruticultura ganha força com tecnologia de ponta aplicada ao cultivo do mamão formosa, com irrigação agrícola e alta produtividade. A Frutas Futuro tem alcançado resultados expressivos, chegando a até 70 toneladas por hectare ao ano, um número que chama atenção no agronegócio baiano.
O desempenho é resultado do uso de pivôs centrais super altos, solução que superou um antigo desafio da fruticultura tropical: irrigar culturas de grande porte sem danificar as plantas. A tecnologia garante eficiência hídrica, estabilidade e segurança operacional no campo.
O Grupo Frutas Futuro, com fazendas em São Félix do Coribe e Santa Maria da Vitória, opera hoje 32 pivôs distribuídos em oito propriedades. Os equipamentos, com vão livre de até 5,90 metros, irrigam os mamoeiros sem adaptações improvisadas, otimizando o manejo agrícola.
Toda a operação é integrada por telemetria e controle remoto, reforçando a agricultura de precisão. São 600 hectares dedicados ao mamão, abastecendo mercados como Brasília, Goiânia e Sul do país.
Além da irrigação moderna, a empresa investe em energia solar fotovoltaica, reduzindo custos e fortalecendo um modelo de produção sustentável. A combinação de tecnologia, gestão e inovação aponta caminhos sólidos para o futuro do agro no oeste baiano.
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