Safra de milho no Oeste da Bahia mantém boas expectativas, apesar de chuvas irregulares e pragas

Plantio do milho verão avança, mas irregularidade das chuvas e pragas exigem manejo integrado nas lavouras

Lavoura de milho em desenvolvimento no Oeste da Bahia durante a safra 2025/2026
Produtores do Oeste da Bahia acompanham de perto o desenvolvimento do milho diante dos desafios climáticos e fitossanitários. Foto: Reprodução

O cultivo de milho no Oeste da Bahia segue como uma das principais apostas do agronegócio regional na safra 2025/2026, impulsionado por tecnologia, monitoramento constante e boas perspectivas de produção. Segundo a Aiba, a janela de plantio do milho verão ocorreu, majoritariamente, entre dezembro e janeiro.

Nas lavouras plantadas mais cedo, os produtores enfrentam desafios fitossanitários, especialmente com a lagarta Spodoptera frugiperda e a cigarrinha-do-milho, transmissora dos enfezamentos. O uso de manejo integrado de pragas, aliado ao monitoramento contínuo, tem sido essencial para garantir o desenvolvimento adequado da cultura.

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A previsão indica 120 mil hectares de milho verão, com produtividade média de 187 sacas por hectare, totalizando 1,346 milhão de toneladas. Já o milho inverno irrigado deve ocupar 75 mil hectares, alcançando 855 mil toneladas.

Apesar de chuvas regulares em algumas áreas do Oeste da Bahia, o volume acumulado ainda está abaixo da média histórica, com variações significativas entre os municípios.

Em algumas localidades, os acumulados chegaram a 423 mm, superando a safra anterior e trazendo alívio pontual aos produtores.

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