Em Santa Rita de Cássia, ACM Neto reúne multidão e critica governo Jerônimo Rodrigues

Pré-candidato ao governo da Bahia afirmou que há “fila de ambulância” no Hospital do Oeste e questionou promessas da gestão Jerônimo Rodrigues durante encontro político em Santa Rita de Cássia.

ACM Neto discursa para apoiadores durante evento político em Santa Rita de Cássia, no Oeste da Bahia.
ACM Neto reuniu apoiadores e lideranças políticas durante agenda em Santa Rita de Cássia. 📸Divulgação

O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), cumpriu agenda em Santa Rita de Cássia, no oeste do estado, nesta sexta-feira (22), em um evento marcado pela presença de apoiadores e lideranças políticas da cidade e da região. Antes do encontro político, ele acompanhou a missa em homenagem à padroeira da cidade.

A reunião contou com a presença da vice-prefeita da cidade, Leila Serpa, do senador Angelo Coronel (Republicanos), do presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado João Roma, do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil), dos deputados estaduais Júnior Nascimento (União Brasil) e Nelson Leal (PP), além de lideranças da região, como o ex-prefeito de Barreiras, Zito Barbosa (União Brasil).

Durante encontro com o público, Neto fez críticas à atual gestão estadual, e afirmou que a população baiana precisará avaliar em outubro se o governador Jerônimo Rodrigues (PT) merece seguir no comando do estado por mais quatro anos diante de tantas promessas não cumpridas.

“Nós vamos ter que nos perguntar: será que Jerônimo cumpriu todas as promessas que ele fez em 2022, quando se elegeu governador da Bahia? Nós vamos ter também que ouvir o nosso coração para chegar à conclusão de algumas coisas que são essenciais para a vida das pessoas, porque nós estamos falando da vida de quase 15 milhões de pessoas que vivem nesse estado”, declarou.

Ainda em sua fala, Neto direcionou parte das críticas à situação da saúde pública no interior, citando o atendimento na região, a exemplo do Hospital do Oeste, em Barreiras.

“E a pergunta é, será que no interior da Bahia tem saúde pública para o pobre, que não pode pagar um médico particular, que não pode pagar o convênio, que não pode fazer uma consulta e um exame em uma clínica particular? Ou será que o baiano, quando tem algum problema, e aqui no oeste é assim, não tem jeito. A gente vai lá para Barreiras. A gente vai para Barreiras, chega no Hospital do Oeste, é fila de ambulância na porta do hospital, com paciente dentro das ambulâncias, esperando para ver se tem a sorte de conseguir um internamento”, disse.

Fonte: Correio

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