Colheita de soja avança de forma gradual no Cerrado baiano e produtores reforçam manejo contra pragas

Irregularidade das chuvas e aumento de pragas exigem atenção redobrada; milho verão apresenta bom desempenho no oeste da Bahia

Máquinas agrícolas realizam colheita de soja em lavoura do Cerrado baiano sob céu parcialmente nublado.
Colheita da soja avança nas áreas de sequeiro do oeste da Bahia, com atenção ao clima e às pragas. Foto: Reprodução/Canal Rural

A colheita de soja no Cerrado baiano avança de forma gradual, principalmente nas áreas de sequeiro, onde as condições climáticas têm favorecido o trabalho das máquinas no campo.

De acordo com boletim da Aiba, a produtividade da soja, a força da agricultura no oeste da Bahia, o comportamento do clima no Cerrado e as expectativas para a safra 2026 seguem no radar dos produtores, que mantêm atenção redobrada ao cenário climático e ao desempenho das lavouras.

O ritmo das operações depende da fisiologia das cultivares e da irregularidade das chuvas. Em algumas regiões, o déficit hídrico preocupa e pode impactar a produção agrícola.

No campo fitossanitário, houve aumento da pressão de pragas da soja, como mosca-branca, lagartas e percevejos, exigindo monitoramento constante, controle de pragas e manejo integrado. A ferrugem-asiática também demanda atenção redobrada.

Nas áreas mais adiantadas, as lavouras se aproximam dos estádios R5 e R7, mantendo bom potencial produtivo.

Já o milho verão apresenta lavouras no estágio de grão leitoso, com sanidade dentro da normalidade e expectativa positiva para a colheita no oeste baiano.

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