Novo investimento acelera obras e usina de etanol de milho deve atingir produção máxima a partir de 2027 em Luís Eduardo Magalhães

Empreendimento da Inpasa no Oeste da Bahia reforça o agronegócio local e prevê plena capacidade de produção a partir de 2027

usina de etanol de milho da Inpasa em Luís Eduardo Magalhães, projeto que vai gerar centenas de empregos no Oeste da Bahia.
Projeto da usina de etanol de milho em LEM representa novas oportunidades de trabalho e fortalecimento da economia no Oeste da Bahia, com produção plena prevista para 2027.Foto: Inpasa Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 950 milhões para a Inpasa Agroindustrial S/A construir a sua 6ª biorrefinaria no Brasil, destinada à produção de etanol anidro e hidratado a partir da moagem de milho, sorgo e de outros grãos, em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

Com R$ 350 milhões do Fundo Clima e R$ 600 milhões da linha Finem, a unidade terá capacidade para processar, anualmente, até 1 milhão de toneladas de milho, 498 milhões de litros de etanol, 248,9 mil toneladas de DDGs (dried distillers grains – coproduto da produção de etanol a partir do milho, rico em proteína), 24.862 toneladas de óleo vegetal e 185 GWh de energia elétrica. A produção atingirá a capacidade máxima a partir de 2027.

A planta de etanol será construída na zona rural de Luís Eduardo Magalhães, ocupando uma área total de 125.280,50 m². A cidade foi escolhida por sua importância no agronegócio brasileiro e por possuir um alto potencial de crescimento na produção de grãos. Durante a obra, serão gerados cerca de 300 empregos diretos e mais de 3 mil indiretos. Após a implantação, estima-se que cerca de 450 a 500 empregos diretos sejam abertos para a planta industrial, sendo grande parte voltados para o processo industrial e operações.

Plantação de milho em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia, matéria-prima estratégica para a produção de etanol e para a geração de empregos na região. Foto: Inpasa Brasil

“A usina de etanol terá um impacto significativo na economia local, além de contribuir para que a Bahia deixe de ser importadora para se tornar exportadora de biocombustíveis. Esse é o objetivo de desenvolvimento do governo do presidente Lula, que alia o fortalecimento das cadeias de biocombustíveis e o desenvolvimento da economia no estado, gerando emprego e renda para a população”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

“Fechamos nossa primeira captação de recursos junto ao BNDES e estamos muito satisfeitos com o resultado. A Inpasa, empresa relativamente nova no mercado de biocombustível no Brasil, desde 2018 vem expandindo sua atuação e se orgulha de poder contar com o apoio do BNDES na implantação de sua 6ª biorrefinaria no Brasil, 1ª na Bahia”, diz Moacir Marcos Junior, diretor de RI e Captação da Inpasa.

Fundo Clima – Criado em 2009, o Fundo Clima está vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e é administrado pelo BNDES, que atua como gestor na aplicação dos recursos reembolsáveis. Ele é um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima e se constitui em um fundo de natureza contábil com a finalidade apoiar projetos ou estudos e financiar empreendimentos, aquisições de máquinas e equipamentos e inovações tecnológicas que tenham como objetivo a mitigação das mudanças climáticas.

Fonte: ABN

banner (728 x 90 px)
Rolar para cima