Executiva da Cotton Outlook visita o Oeste da Bahia para conhecer a cadeia produtiva do algodão

Representante da principal referência mundial do mercado de algodão conheceu laboratórios, centro de treinamento e fazenda produtora no Oeste baiano.

Executiva da Cotton Outlook visita laboratório da Abapa e acompanha processos da cadeia produtiva do algodão no Oeste da Bahia.
Antonia Prescott conheceu de perto a produção de algodão e a estrutura da Abapa no Oeste da Bahia. 📸Divulgação/Abapa

A diretora executiva e editora da Cotton Outlook, Antônia Prescott, realizou nesta terça-feira (1º) uma visita técnica ao Oeste da Bahia para conhecer de perto a cadeia produtiva do algodão baiano, em agenda promovida pela Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). A agenda incluiu visitas ao Centro de Análise de Fibras, ao Centro de Treinamento da entidade e a uma fazenda produtora da região.

Reconhecida internacionalmente pelas análises do mercado algodoeiro, a Cotton Outlook é responsável pelo Cotlook A Index, um dos principais indicadores globais para o preço do algodão em pluma comercializado no mercado físico.

Durante a programação, Antônia conheceu a Passarela do Saber, espaço que apresenta todas as etapas da produção do algodão, desde o cultivo até o beneficiamento. A executiva também acompanhou o funcionamento do laboratório de classificação de fibras e as ações dos programas Algodão Brasileiro Responsável (ABR) e ABR-UBA, voltados às boas práticas socioambientais e de gestão.

No período da tarde, a visita prosseguiu em uma propriedade rural do Oeste baiano, onde foram apresentados os sistemas de gestão, as técnicas de irrigação, as estratégias de sustentabilidade e os processos de beneficiamento da fibra. A comitiva também acompanhou a amostragem e a análise visual do algodão, complementando as avaliações laboratoriais.

A agenda faz parte de uma série de visitas internacionais realizadas por Antônia Prescott para conhecer os modelos produtivos dos principais países produtores de algodão e avaliar aspectos como qualidade da fibra, rastreabilidade, tecnologia e sustentabilidade da cadeia.

Fonte: Oeste Notícia/Repórter: João Paulo Castro

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