Entre Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, um marco da irrigação agrícola chama a atenção pela grandiosidade e inovação. Em operação, o maior pivô central do mundo, capaz de irrigar sozinho 463 hectares, reforçando o protagonismo regional no agronegócio baiano. A informação é do portal agrolink.
A estrutura recordista possui 25 torres (lances) e um raio de 1.214 metros, números que superam os padrões tradicionais da irrigação por pivô central. O equipamento consolida o oeste baiano como um dos principais polos de tecnologia agrícola do Brasil.
O projeto foi desenvolvido pela Valley, multinacional da Valmont Industries, em parceria com a Pivodrip NE. A montagem exigiu mais de 15 dias de trabalho e ajustes inéditos em engenharia agrícola, envolvendo alinhamento, estabilidade elétrica e cambagem.
Segundo o engenheiro agrícola Márcio Klein, o desafio foi substituir três pivôs por um único equipamento, mantendo a eficiência hídrica e operacional. Para isso, toda a estrutura precisou ser redesenhada do zero.
A vazão de água também impressiona: cerca de 940 mil litros por hora, transportados por uma adutora de três quilômetros. O sistema simboliza inovação, produtividade e sustentabilidade no oeste da Bahia.
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