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PRF apreende 380 mil maços de cigarros contrabandeados na BR-349, em Correntina
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma grande apreensão de cigarros em Correntina, no Oeste da Bahia, na quarta-feira (04). Durante fiscalização no km 941 da BR-349, os agentes localizaram aproximadamente 380 mil maços de cigarros contrabandeados escondidos em um veículo de carga.

Ao ser questionado sobre o conteúdo da viagem, o condutor apresentou notas fiscais referentes a uma carga de macarrão instantâneo, papel higiênico e copos descartáveis. Segundo o motorista, a mercadoria teria saído de Feira de Santana (BA) com destino à cidade de Catalão (GO).
Os policiais realizaram uma inspeção detalhada no compartimento de carga. Sob as caixas de mantimentos descritas na nota, os agentes encontraram centenas de caixas de cigarros de uma determinada marca, produto sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e de comercialização proibida no Brasil.
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O condutor informou que receberia uma quantia em dinheiro para realizar o transporte da carga ilícita até o destino final. O homem foi detido em flagrante e encaminhado, juntamente com o veículo e toda a mercadoria apreendida, para a Delegacia de Polícia Civil em Correntina. Ele responderá pelo crime de contrabando (Art. 334-A do Código Penal).
Fonte: PRF

Colisão entre veículos na BR-242 mobiliza bombeiros e SAMU em Barreiras
Um acidente de trânsito mobilizou equipes de resgate na noite desta quinta-feira (05), na BR-242, em Barreiras, no oeste da Bahia. Segundo informações do 17º Batalhão de Bombeiros Militar (17º BBM), a ocorrência foi registrada por volta das 21h06, após a colisão entre dois veículos.

Ao chegar ao local, a guarnição da 1ª Companhia constatou que não havia vítimas presas às ferragens. Conforme o atendimento inicial, uma das pessoas envolvidas permanecia dentro do automóvel e recebeu cuidados de atendimento pré-hospitalar, garantindo a estabilização do quadro.

De acordo com os bombeiros, após os primeiros procedimentos, a vítima foi encaminhada para a UPA de Barreiras, em ação integrada com a equipe do SAMU.
Em situações como essa, autoridades orientam que motoristas mantenham a calma, sinalizem a via e acionem imediatamente o socorro especializado.
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Irecê: Seminário SOS Bahia debate seca que atinge 65 cidades e afeta cerca de 2 milhões no semiárido baiano
Efeito climático que atinge ao menos 65 cidades e afeta diretamente cerca de 2 milhões de pessoas no Estado, a seca foi o tema do seminário SOS Bahia – Caminhos para desenvolver e transformar a realidade do semiárido baiano, promovido pela Fundação Índigo na noite desta quinta-feira (5), em Irecê.
Realizado no auditório do Hotel Fiesta, o fórum contou com as participações do presidente da Fundação Índigo, ACM Neto, dos ex-governadores Ciro Gomes (Ceará) e Paulo Souto (Bahia), do presidente do diretório estadual do União Brasil, Paulo Azi, além de deputados estaduais, vereadores, lideranças, agricultores, comerciantes e moradores de Irecê e outras cidades da região.
Segundo ACM Neto, o PT virou as costas para algo que toca no coração das pessoas mais pobres da Bahia, que vivem no semiárido. Quando a gente olha, em 20 de governos do PT não houve o início e a conclusão de uma grande obra para reforçar a segurança hídrica em todo o semiárido. Não há sequer uma barragem que tenha começado e acabado dentro do semiárido, território que ocupa 85% da área do nosso Estado e onde vive metade da população”.

ACM Neto disse também que a falta de água é uma realidade vivida pela população de diversos municípios. “Falta água para o abastecimento humano, falta água para garantir a vida dos animais, falta água para a produção de alimentos. O pequeno produtor foi esquecido pelo PT: não existe apoio técnico, não existem linhas de crédito, não existe acesso à água. Resultado: a seca tem efeito cascata porque compromete a economia e isso impacta na arrecadação das pessoas”.
Em sua apresentação, Ciro Gomes, que também foi ministro da Integração Nacional, disse que o governo brasileiro ignora os problemas causados pela seca. “O governo não dá a devida atenção ao que acontece no semiárido. Falta ao Brasil um projeto estratégico que enfrente o problema do semiárido, que é o endereço da miséria e da pobreza mais sofridas do país. Você tem muita miséria na periferia das grandes cidades, no fundão da Amazônia, mas o polo mais hostil de expulsão de pessoas pela migração é o semiárido do Nordeste. E o nosso semiárido nordestino é, de todos os semiáridos do mundo, o que tem a melhor condição de resolver o seu problema”, afirmou Ciro Gomes.

De acordo com Ciro Gomes, o semiárido da Bahia tem dois projetos estruturantes fundamentais que se arrastam há décadas. “Um deles ainda nem saiu do papel, que é o Canal do Sertão. O outro, o Baixio de Irecê, caminha lentamente. É preciso garantir o abastecimento humano, e nem isso acontece em Irecê atualmente, quanto mais em cidades menores. A Bahia também precisa de água para a produção, para gerar emprego e renda, mas nada disso vai acontecer se o governo não investir em obras e projetos”.
Propostas para o semiárido
Ex-governador da Bahia, Paulo Souto afirmou que a seca é conhecida e previsível. “O que não pode acontecer, mas é realidade na Bahia, é a omissão do Estado”. Souto disse também que todo o semiárido baiano é suscetível à desertificação e acrescentou que a Bahia perdeu uma oportunidade histórica de exigir do governo federal grandes obras hídricas em seu território, como compensação pelo fato de ser o Estado doador para o projeto de transposição do rio São Francisco.
Ao final do evento, ACM Neto leu uma carta que aponta caminhos para o semiárido, com destaque para a retomada de uma política pública de segurança hídrica, a conclusão de projetos estratégicos, como o Canal do Sertão e o Baixio de Irecê, a construção de novas barragens de médio porte e a conclusão das barragens de Baraúnas (entre Seabra e Boninal) e Catolé (Barra do Choça/Vitória da Conquista), a universalização do acesso à água para consumo humano, a implantação de um programa permanente de recuperação ambiental da caatinga, a implantação de distritos sociais verdes e investir em logística e conectividade digital.
No ano passado, a Fundação Índigo promoveu fóruns relacionados à segurança pública e à saúde. O próximo seminário, ainda sem data definida, será sobre educação. As informações são de assessoria.

Homem é detido após disparos de arma de fogo em povoado de Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina
Momentos de medo e apreensão marcaram a tarde desta semana no povoado de Tamboril, na zona rural de Morro do Chapéu, na Chapada Diamantina. Moradores relataram à Polícia Militar que um homem estaria efetuando disparos de arma de fogo em via pública, causando pânico e sensação de insegurança na comunidade.
Diante das denúncias, equipes da 3ª Companhia Independente de Polícia Militar (3ª CIPM) foram acionadas por volta das 16h e se deslocaram imediatamente até a localidade. Ao chegar ao local indicado, os policiais conseguiram localizar o suspeito, que foi abordado sem resistência.
Durante a ação, o homem confirmou ter realizado os disparos e informou que estava em posse da arma utilizada, entregando o material de forma voluntária à guarnição.
Na ocorrência, foram apreendidos uma espingarda, dois facões, uma faca, cerca de 200 gramas de chumbo de diferentes calibres e 12 espoletas.
O homem foi conduzido à delegacia, juntamente com todo o material recolhido, onde o caso foi apresentado à autoridade policial para a adoção das medidas legais cabíveis.
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Fim da escala 6×1 pode eliminar mais de 600 mil empregos e reduzir o PIB, aponta estudo
Uma eventual extinção da escala de trabalho 6×1 no Brasil pode resultar na eliminação de mais de 600 mil empregos formais, além de provocar queda na produção e impactos negativos no crescimento econômico.
O alerta consta em uma nota técnica divulgada pelo Centro de Liderança Pública (CLP), organização suprapartidária especializada em políticas públicas e formação de lideranças.
Segundo o estudo, os setores mais afetados seriam comércio, agropecuária e construção civil, áreas que dependem fortemente da atual organização da jornada de trabalho.
Na agropecuária, a produtividade do trabalhador pode cair 1,3%, enquanto o emprego formal teria retração de 1,6%, o que representa cerca de 28,4 mil vagas a menos.
Na construção civil, o cenário é semelhante, com redução de 1,3% na produtividade e perda estimada de 45,7 mil postos de trabalho.
Ao analisar o conjunto da economia, o CLP projeta que a redução da jornada pode causar uma diminuição de até 2% na produção do setor formal.
O impacto no Produto Interno Bruto (PIB) seria de aproximadamente 0,7%, o equivalente a R$ 88 bilhões, indicando efeitos macroeconômicos relevantes e de longo prazo.
O estudo destaca ainda que, caso o fim da escala 6×1 ocorra sem redução proporcional dos salários, o custo do trabalho por hora aumentaria automaticamente. Para algumas empresas, esse aumento pode ser absorvido por reorganização interna ou ganhos de eficiência, mas, para outras, pode significar redução de margens, repasse de custos aos preços ou diminuição da escala de produção.
Como referência internacional, a nota cita Portugal, que reduziu a jornada semanal de 44 para 40 horas. A mudança resultou em aumento de 9,2% no salário por hora, mas também em queda de 1,7% no emprego e de 3,2% nas vendas, além de redução de 10,9% no total de horas trabalhadas.
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27º BPM e Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães discutem projeto de educação física para policiais
Na tarde desta quarta-feira (4), o comandante do 27º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel PM Diz Pazos, e o subcomandante, major PM Giovanni, receberam a visita do secretário municipal de Cultura e Esportes de Luís Eduardo Magalhães, Alexsandro Machado, no oeste da Bahia.
O encontro marcou o início das tratativas para a implantação de um projeto de educação física, voltado ao bem-estar dos policiais militares, à saúde mental e ao condicionamento físico do efetivo do 27º BPM.
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A proposta prevê a inclusão de uma rotina regular de atividades físicas, com impacto positivo na qualidade de vida, no equilíbrio emocional e no desempenho profissional dos policiais, refletindo diretamente no serviço prestado à comunidade de Luís Eduardo Magalhães.
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