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Soja em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia, mantém preço de R$ 144 por saca.

Demanda por soja brasileira segue aquecida; preço sobe em algumas regiões e fica estável em Luís Eduardo Magalhães

O preço da soja ensaiou reação no porto de Paranaguá (PR) após duas baixas consecutivas. Nesta terça-feira (15/9), o indicador Cepea/Esalq subiu de 0,09%, com a saca a R$ 160,59.

Análise da T&F Consultoria Agroeconômica destaca que a procura por soja brasileira se mantém aquecida, provocando disputa entre os compradores.

“O Brasil ainda possui aproximadamente 30 milhões de toneladas de soja da safra anterior [2025/26]. Preços mais firmes podem racionalizar o processamento e as vendas para destinos que não a China”, disse a T&F, em boletim.

As previsões indicam que a demanda por soja brasileira seguirá firme. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima que as exportações de soja do Brasil alcancem 8,32 milhões de toneladas em setembro. A entidade elevou a projeção em relação a sete dias atrás, quando estimou vendas de 7,74 milhões de toneladas. Em setembro do ano passado, o Brasil enviou ao exterior 6,97 milhões de toneladas.

Também houve alta para a oleaginosa na maioria das praças monitoradas pela AgRural. Em Ponta Grossa (PR), o preço teve alta de R$ 2 em relação ao dia anterior, para R$ 158 a saca. Em Primavera do Leste (MT), a soja subiu R$ 1, para R$ 143 a saca. Já em Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia, a soja ficou estável, com o preço de R$ 144.

Fonte: Globo Rural

Evento Soja em Foco reúne produtores e especialistas para discutir estratégias de manejo da soja durante o El Niño em Luís Eduardo Magalhães.

Sindicato dos Produtores Rurais de LEM promove evento para discutir estratégias contra impactos do El Niño na soja

O Sindicato dos Produtores Rurais de Luís Eduardo Magalhães (SPRLEM), em parceria com o FAEB Jovem, realizará no dia 8 de outubro de 2026 o evento “Soja em Foco: estratégias de manejo para ano de El Niño”.

A iniciativa busca preparar produtores rurais, consultores e estudantes para os possíveis impactos das mudanças climáticas sobre a produção agrícola, especialmente durante um período de influência do El Niño.

O encontro pretende discutir estratégias para manter a produtividade e reduzir riscos no campo. Entre os temas estarão manejo da soja, condições do solo, nutrição, doenças e clima.

A programação contará com uma mesa-redonda formada por profissionais ligados à pesquisa, academia e experiência prática no agronegócio de Luís Eduardo Magalhães e da região Oeste da Bahia.

Participam do debate Heliab Bomfim Nunes, pesquisador de solos e nutrição da Fundação Bahia; Mônica Cagnin Martins, fitopatologista da Fundação Bahia; o climatologista Ricardo Reis; e Celito Breda, sócio-fundador da Círculo Verde.

O evento pretende ampliar o acesso a informações técnicas para auxiliar o produtor nas decisões da próxima safra de soja no Oeste da Bahia.

Oeste Notícia

São Desidério, no Oeste da Bahia, aparece como o segundo município com maior valor de produção agrícola do Brasil em 2025.

São Desidério se consolida como 2º maior produtor agrícola do Brasil

São Desidério, no Oeste da Bahia, manteve o segundo lugar entre os municípios com maior valor de produção agrícola do Brasil em 2025. O município baiano alcançou R$ 8,22 bilhões, ficando atrás apenas de Sapezal (MT), que chegou a R$ 8,59 bilhões. Sorriso (MT), que havia liderado o ranking por seis anos, caiu para a terceira colocação, com R$ 8,16 bilhões.

Os números fazem parte da Produção Agrícola Municipal (PAM), divulgada nesta quinta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa considera o valor obtido pelas lavouras a partir da quantidade produzida e dos preços médios dos produtos em cada ano.

A posição de São Desidério ocorre em um cenário de crescimento de 23,7% no valor da produção em relação a 2024, quando o município havia registrado R$ 6,6 bilhões e também ocupado a segunda posição nacional.

Soja mantém São Desidério no topo

Além de avançar no ranking geral, São Desidério manteve uma posição de destaque na produção de soja. O município foi o líder nacional em valor gerado pelo cultivo do grão em 2025, com R$ 4,5 bilhões. A soja foi responsável por pouco mais da metade do valor da produção agrícola local.

A produção de soja também foi o principal fator para o desempenho de diversos municípios entre os maiores produtores do país. Em 2025, o Brasil colheu 165,3 milhões de toneladas, recorde da série histórica da PAM, e o grão respondeu por 34% do valor total da produção agrícola brasileira, estimado em R$ 927,2 bilhões.

Por que Sorriso perdeu a liderança?

A mudança no topo do ranking não ocorreu apenas por causa do desempenho das lavouras. A criação de Boa Esperança do Norte (MT) alterou a divisão territorial utilizada na pesquisa.

O novo município foi instalado oficialmente em 1º de janeiro de 2025, com áreas que pertenciam a Sorriso e Nova Ubiratã. Com o desmembramento, parte da produção que anteriormente era contabilizada em Sorriso passou a ser atribuída a Boa Esperança do Norte.

Segundo o IBGE, Sorriso teve redução de 9,3% na área plantada em 2025. Mesmo assim, o valor de sua produção agrícola cresceu nominalmente 13,8%, chegando a R$ 8,16 bilhões.

No caso de São Desidério, portanto, a mudança no ranking combina o crescimento do valor da produção baiana com a alteração territorial ocorrida em Mato Grosso. Os valores divulgados pelo IBGE são nominais, ou seja, não foram corrigidos pela inflação.

O outro município baiano entre os dez maiores é Formosa do Rio Preto, também no Oeste do estado. Em 2024, a cidade registrou R$ 4,9 bilhões em valor da produção agrícola, suficiente para ficar na sexta posição nacional. A soja foi o principal destaque da produção local, e o município também aparece entre os grandes polos produtores do grão no país.

Confira as dez cidades com maior valor da produção agrícola e o principal produto de cada:

  1. Sapezal (MT): R$ 8,59 bilhões – algodão
  2. São Desidério (BA): R$ 8,22 bilhões – soja
  3. Sorriso (MT): R$ 8,16 bilhões – soja
  4. Campo Novo do Parecis (MT): R$ 7,87 bilhões – soja
  5. Formosa do Rio Preto (BA): R$ 5,89 bilhões – soja
  6. Diamantino (MT): R$ 5,82 bilhões – soja
  7. Rio Verde (GO): R$ 5,69 bilhões – soja
  8. Cristalina (GO): R$ 5,45 bilhões – soja
  9. Nova Mutum (MT): R$ 5,39 bilhões – soja
  10. Jataí (GO): R$ 4,84 bilhões – soja

Fonte: Correio

Ônibus que transportava pacientes de Barra é atingido por incêndio na vegetação às margens da BA-160, entre Barra e Xique-Xique.

Ônibus com pacientes é atingido por incêndio na BA-160 entre Barra e Xique-Xique

Um ônibus que transportava pacientes de Barra, no oeste da Bahia, foi atingido por um incêndio na vegetação às margens da BA-160, no trecho entre Barra e Xique-Xique. O caso aconteceu durante o retorno dos passageiros após atendimento médico em Irecê.

O grupo havia passado pela Policlínica Regional de Saúde de Irecê e seguia viagem quando o veículo foi surpreendido pelas chamas e pela intensa fumaça na rodovia. Diante do avanço do fogo, os passageiros precisaram desembarcar.

Ao todo, 19 pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para unidades de saúde de Barra e Xique-Xique. A ocorrência mobilizou equipes para prestar atendimento às vítimas.

Entre os feridos, três pacientes em estado grave tiveram transferência para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, por meio de UTI aérea. Outras duas pessoas serão levadas ao Hospital Regional de Irecê.

O incêndio na BA-160 e as circunstâncias do acidente seguem sendo acompanhados pelas autoridades. O estado de saúde das vítimas também permanece sob monitoramento.

Oeste Notícia

Policiais do COD encontram cerca de R$ 1 milhão em dinheiro dentro de caixas no porta-malas de um carro na GO-020, em Goiás.

R$ 1 milhão é encontrado dentro de carro em rodovia de Goiás; dinheiro seria levado para Luís Eduardo Magalhães

Cerca de R$ 1 milhão em dinheiro foi encontrado dentro do porta-malas de um veículo, na GO-020, próximo a Pires do Rio, segundo o Comando de Operações de Divisas (COD) da Polícia Militar da região leste de Goiás. À reportagem, os militares informaram que o veículo freou bruscamente ao perceber a aproximação da viatura e que o comportamento do motorista chamou a atenção dos policiais, motivando a abordagem.

O caso aconteceu na terça-feira (15). Ainda de acordo com informações da PM, ao ser abordado, o motorista apresentou nervosismo e falas desconexas. Enquanto os militares revistavam o veículo, foram encontradas duas caixas que o motorista disse, inicialmente, serem de livros, mas, ao abri-las, os valores estavam armazenados nelas.

Ao ser questionado pelos militares, o motorista informou que ganharia entre R$ 800 e R$ 1 mil para transportar o dinheiro de São Paulo para Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia. Ele não soube informar o destinatário do valor e disse aos policiais apenas que receberia instruções quando chegasse à Bahia.

De acordo com a PM, o transporte do dinheiro, inicialmente, não é crime, mas, como não houve a comprovação de origem dos valores e destino, o caso foi encaminhado à Polícia Federal (PF), que vai investigar a ocorrência.

Ainda segundo a PM, o motorista foi liberado após ter sido ouvido pela PF.

Fonte: G1 Goiás

Lavoura de algodão no Oeste da Bahia durante a safra 2025/26

Algodão do Oeste da Bahia impulsiona produção estadual, com 80% da colheita concluída e previsão de superar 1 milhão de toneladas

A Bahia deve encerrar a safra 2025/26 com a maior produção de algodão de sua história. Com cerca de 80% da colheita concluída, a estimativa é superar 1 milhão de toneladas, consolidando o estado como o segundo maior produtor de algodão do Brasil.

Mais de 90% da produção de algodão da Bahia está concentrada no Oeste da Bahia, região de Cerrado que se destaca pelo uso de tecnologia, mecanização e investimentos no agronegócio.

A área cultivada no estado chegou a aproximadamente 417,9 mil hectares, com produtividade estimada em 2.360 quilos por hectare. O índice supera a média nacional projetada para a safra.

No Brasil, a produção de algodão em 2025/26 deve alcançar 4,14 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em cerca de 1,99 milhão de hectares. A produtividade média nacional está estimada em 2.076 quilos por hectare.

Segundo a presidente da Abapa, Alessandra Zanotto, os resultados das lavouras baianas melhoraram ao longo da colheita, principalmente nas áreas irrigadas. A expectativa é que a produtividade estadual se aproxime de 2.394 quilos de pluma por hectare até o fim dos trabalhos.

O algodão irrigado teve aumento de área nesta safra. A irrigação de salvamento é utilizada principalmente em períodos de baixa ocorrência de chuvas, ajudando a manter o desenvolvimento das plantas.

Com a produção elevada, o escoamento do algodão se tornou um dos principais desafios. A Abapa busca ampliar as exportações pelo Porto de Salvador, reduzindo a dependência de Santos e aproximando a logística das regiões produtoras.

A expansão da infraestrutura e a participação das tradings são apontadas como importantes para ampliar o escoamento do algodão baiano nos próximos meses.

Oeste Notícia

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