Bahia Farm Show fortalece protagonismo global ao receber comitivas e lideranças do agronegócio mundial
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Descubra como Luís Eduardo Magalhães se transformou em potência do agronegócio e referência nacional
O ciclo econômico em curso na região Oeste da Bahia teve início a partir das lavouras abertas nas terras arenosas do Cerrado há mais de quatro décadas, quando começou a implantação de uma nova fronteira agrícola no Brasil.
O comércio e os serviços, assim como saúde e educação, já são consequência daquela produção primária, enquanto crescem os empreendimentos agroindustriais, dando uma nova dinâmica ao Oeste do estado.
Município que nasceu deste movimento, Luís Eduardo Magalhães tem 26 anos de emancipação política e se tornou o epicentro do agronegócio regional, abrigando, entre outros eventos de grande alcance, a feira agropecuária Bahia Farm Show, que está entre os maiores eventos do gênero no país.

“A cidade cresce a olhos nus”, pontuou o prefeito Junior Marabá, destacando que, desde o seu surgimento, “é impulsionada pelo trabalho dos desbravadores do agro, que sempre reinvestiram na região”.
Ele salientou que a população da cidade é formada por trabalhadores que chegaram “de todo canto da Bahia e do Brasil”, e que o poder público vem preparando o município para acompanhar o crescimento impulsionado pelo agronegócio.
“Para isso, temos investido na infraestrutura da cidade, na educação dos nossos jovens e na qualificação da mão de obra da população”, afirmou.
Dos 18 mil habitantes que tinha quando emancipado em 2000, o município passou para mais de 118 mil, conforme estimativa do IBGE. No período, o PIB passou de R$ 250 milhões “para algo em torno de R$ 13 a R$ 14 bilhões, o que significa um crescimento de mais de cinquenta vezes”, afirmou o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Nei Vilares.
Ele apontou que, das mais de 25 mil empresas ativas, o município tem 11.355 MEIs. No ano passado, mais de 4,7 mil novos negócios foram abertos nos mais diferentes segmentos.
“O ambiente econômico tem contribuído para a diversificação das atividades produtivas e para a geração de oportunidades de trabalho e renda”, disse, acrescentando que o município tem forte presença de atividades ligadas à logística, comércio e prestação de serviços.
Neste momento da história a produção no campo está consolidada na região e as agroindústrias representam um novo tempo, agregando valor à produção, gerando mais empregos e impostos e aumentando as oportunidades econômicas, além de promover a interiorização do desenvolvimento na Bahia.
A industrialização já acontece para uma parte da produção de soja para óleo comestível e para ração animal, e do milho para diferentes formas de consumo humano. Também acontece uma etapa inicial do algodão, por meio das beneficiadoras que separam as sementes (grãos oleaginosos) das fibras.
“Uma das grandes novidades (na região) é o projeto de cadeia integrada de suínos”, disse o diretor de Desenvolvimento da Agropecuária da Seagri, Assis Pinheiro Filho, apontando que a secretaria “tem articulado parcerias para que o milho e a soja produzidos no Oeste sejam transformados em proteína animal na própria região, gerando valor agregado e milhares de empregos”.
Leia outras notícias da região, no portal Oeste Notícia.
Fonte: A Tarde

AgroJo inaugura unidade em Santa Maria da Vitória e amplia oferta de fertilizantes no Oeste da Bahia
A AgroJo Fertilizantes iniciou uma nova fase de expansão no Brasil com a inauguração de sua unidade em Santa Maria da Vitória, no Oeste da Bahia, importante polo agrícola do país. A operação marca a entrada da empresa no mercado nacional de fertilizantes e reforça a estratégia do Grupo Jofege de ampliar investimentos no agronegócio, contribuindo para o fortalecimento da oferta de insumos essenciais à produção agrícola brasileira.
Instalada junto à estrutura da CalBahia, mineradora de calcário agrícola pertencente ao grupo, a nova unidade amplia a oferta de soluções voltadas à correção e à fertilidade do solo, atendendo produtores do Oeste baiano e de outras regiões do Nordeste e Centro-Oeste — áreas que têm registrado forte expansão da produção de grãos, fibras e bioenergia. “A chegada da AgroJo ao Oeste baiano e ao Nordeste é um movimento estratégico para estarmos mais próximos dos produtores e das realidades específicas da região. Nosso objetivo é oferecer fertilizantes e soluções que contribuam diretamente para a produtividade, o equilíbrio do solo e a sustentabilidade das lavouras”, afirma Lucas Ribeiro, gerente comercial da AgroJo na Bahia.
A nova unidade é a segunda operação da AgroJo Fertilizantes. A primeira fábrica, localizada em Goianésia (GO), marcou o início das atividades da companhia no mercado de fertilizantes minerais. Com presença agora também na Bahia, a empresa amplia sua atuação em regiões estratégicas para o agronegócio nacional. A AgroJo chega ao mercado com uma linha de fertilizantes minerais desenvolvida para promover nutrição equilibrada do solo, fortalecimento do sistema radicular e maior desempenho das lavouras. O portfólio inclui formulações como CalBS, que reúne cálcio, magnésio, enxofre e boro para promover equilíbrio nutricional do solo; K-Mag, combinação de potássio, cálcio e magnésio voltada à melhoria da fertilidade e da disponibilidade de nutrientes; CalGesso, solução que integra cálcio, magnésio e enxofre em uma única aplicação; além de fertilizante mineral misto granulado, amplamente utilizado para correção da acidez e fornecimento de nutrientes essenciais. Os produtos são direcionados a culturas estratégicas do agronegócio brasileiro, como soja, milho, algodão, feijão, cana-de-açúcar, sorgo, café, fruticultura e pastagens, além de sistemas de produção de grãos.
Entre os diferenciais tecnológicos está o conceito de multinutrição, em que cada grânulo do fertilizante concentra nutrientes em proporções equilibradas, favorecendo a absorção pelas plantas e aumentando a eficiência agronômica. A tecnologia também contribui para maior precisão nas aplicações mecanizadas e para práticas agrícolas mais sustentáveis, com melhor aproveitamento dos insumos.
A proximidade operacional entre a AgroJo e a CalBahia permite integrar diferentes etapas do manejo agrícola, conectando a correção da acidez do solo à nutrição das plantas. A proposta é oferecer aos produtores soluções mais completas e tecnicamente orientadas, alinhadas às necessidades das diferentes regiões agrícolas brasileiras. “O Nordeste tem um papel cada vez mais relevante na produção agrícola brasileira, e queremos contribuir para esse crescimento levando tecnologia, qualidade e regularidade no fornecimento de insumos”, afirma Ribeiro. “A AgroJo nasce com o compromisso de ajudar o produtor a produzir mais e melhor, com eficiência e responsabilidade”.
Fundada em 2002 na reserva mineral de Santa Maria da Vitória, a CalBahia é especializada na extração e no beneficiamento de calcário calcítico e dolomítico — insumos essenciais para a agricultura brasileira, onde grande parte dos solos cultivados apresenta elevada acidez. Com investimentos contínuos e tecnologias de ponta, a CalBahia oferece insumos com alta pureza e granulometria adequada, promovendo melhorias efetivas na qualidade do solo”, afirma Lucas Oliveira, gerente industrial da empresa na Bahia. “Nosso compromisso é avançar com processos cada vez mais eficientes e sustentáveis”.
Fonte: Brasil Mineral

Operação Mata do Guará intensifica combate a crimes ambientais no Oeste da Bahia e resgata animais silvestres
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), com o apoio da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA) realizou, entre os dias 16 e 27/03, a Operação Mata do Guará na região Oeste da Bahia. A ação teve como foco o combate a infrações ambientais, com fiscalização de alertas de desmatamento, verificação do cumprimento de portarias do Inema relacionadas à supressão vegetal e manejo de fauna, além do uso irregular de recursos hídricos e da proteção da fauna silvestre.

Durante as atividades, as equipes percorreram oito municípios da região para apurar denúncias e acompanhar situações previamente monitoradas pelo órgão. As ações ocorreram nas cidades de Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto, Santa Rita de Cássia, Riachão das Neves, São Desidério, Barreiras, Angical e Cristópolis. Também foi realizada a verificação do plantel de criadores amadores nessas localidades.

No que diz respeito à fauna, a operação apresentou resultados no enfrentamento à caça ilegal e ao tráfico de animais silvestres. Foram resgatados 70 animais, sendo que 44 já foram devolvidos à natureza, com soltura em habitat adequado.
As equipes também apreenderam materiais utilizados em práticas ilegais, incluindo quatro armas de fogo, dois estilingues de caça, duas arapucas e duas tatuzeiras (armadilhas específicas). Além disso, foram encontrados cinco tatus abatidos e congelados em posse de infratores.
No âmbito dos recursos hídricos, a equipe de fiscalização realizou ações voltadas à verificação da regularidade do uso da água em imóveis rurais. Foram inspecionadas nove propriedades, sendo seis localizadas no município de Santa Rita de Cássia, duas em São Desidério e uma em Luís Eduardo Magalhães. As informações coletadas serão analisadas com os sistemas do órgão para adoção das medidas administrativas cabíveis.

Já na área florestal, foram apuradas situações de desmatamento ilegal e verificado o cumprimento de condicionantes de portarias emitidas pelo Inema, relacionadas à Autorização de Supressão de Vegetação (ASV) e à Autorização de Manejo de Fauna (AMF). Ao todo, cerca de 30 áreas foram vistoriadas, resultando na aplicação de 18 autos de infração com interdição, além de notificações para reposição florestal e recuperação das áreas degradadas.
De acordo com a coordenadora de Fiscalização (COFIS) do Inema, Natali Lordello, a operação integra uma estratégia de enfrentamento às pressões ambientais na região. “A Operação Mata do Guará é uma resposta estratégica e necessária à pressão ambiental que vem ocorrendo no bioma Cerrado, e o nosso foco é, além de identificar o desmatamento ilegal, garantir que o uso dos recursos hídricos e o manejo da fauna ocorram dentro do que prevê a legislação ambiental”, afirmou.
Os animais que não puderam ser reintroduzidos imediatamente na natureza foram encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), onde receberão os cuidados necessários antes de possível reintegração ao meio ambiente. A Operação Mata do Guará teve com objetivo intensificar a fiscalização e garantir a preservação dos recursos naturais na região Oeste do estado.
Fonte: Ascom / Inema

Operação da Cipe Cerrado e PMGO desarticula esquema de furto de defensivos agrícolas na BR-020, no distrito de Rosário, em Correntina
Uma operação conjunta entre forças de segurança da Bahia e de Goiás resultou na desarticulação de um esquema de furto de defensivos agrícolas na noite de quinta-feira (26), no oeste da Bahia.
A ação foi realizada por equipes da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE Cerrado) e do Grupo de Patrulhamento Tático (GPT) da Polícia Militar de Goiás, após o compartilhamento de informações de inteligência sobre o desvio de uma carga.
A abordagem ocorreu às margens da BR-020, nas proximidades do distrito de Rosário, em Correntina. Durante as diligências, os policiais flagraram suspeitos realizando o transbordo da carga de um caminhão para uma picape dentro de uma plantação.

Segundo a polícia, ao perceberem a aproximação das viaturas, os indivíduos desobedeceram à ordem de parada e tentaram fugir. Na tentativa de escapar, acabaram perdendo o controle dos veículos pouco depois.
Durante a abordagem, um dos suspeitos resistiu ativamente, sendo necessária a utilização progressiva da força e o uso de algemas para contê-lo, garantindo a segurança das equipes.
Dois homens foram detidos, um de 55 anos e outro de 40. De acordo com as investigações iniciais, um deles era funcionário da fazenda e conduzia o caminhão utilizado no transporte da carga. O outro, já reincidente em crimes semelhantes, seria responsável pela receptação e comercialização dos produtos furtados.
Os suspeitos e todo o material apreendido foram encaminhados para a Delegacia Territorial de Santa Maria da Vitória, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.
Material apreendido:
A operação resultou na recuperação de uma grande quantidade de defensivos agrícolas e outros itens, entre eles:
- 35 kg de Proclam
- 20 kg de Java
- 85 kg de Roundup
- 80 litros de Clofenapir
- 60 litros de Triclopir
- 40 litros de Bravonil
- 40 litros de Curbix
- 20 litros de Dual Gold
- 5 litros de Closer
- 220 litros de óleo mineral
- Um veículo Fiat Strada
- Dois aparelhos celulares (um iPhone 11 e um Samsung)
A ação reforça a importância da integração entre forças de segurança de diferentes estados no combate a crimes interestaduais, especialmente aqueles ligados ao setor agrícola, que têm gerado prejuízos significativos a produtores rurais na região.
Fonte: Ascom/Cipe Cerrado

Operação Força Total 2026 reforça segurança e intensifica policiamento em Bom Jesus da Lapa
A Polícia Militar da Bahia realizou, nesta quinta-feira (26), mais uma etapa da Operação Força Total 2026, reforçando a segurança pública e o policiamento ostensivo em diversas cidades do estado.
Em Bom Jesus da Lapa, no oeste da Bahia, a ação ampliou a presença policial nas ruas, com abordagens, fiscalização e medidas preventivas. A estratégia busca reduzir a criminalidade, aumentar a sensação de segurança e fortalecer o combate à violência.
O planejamento foi baseado em análise técnica, priorizando áreas com maior incidência de ocorrências. A atuação integrada das equipes visa coibir delitos, retirar armas de circulação e garantir a ordem pública.
Além disso, a operação reforça o compromisso da Polícia Militar com a proteção da população, utilizando o efetivo de forma estratégica e focada em resultados práticos.
Oeste Notícia

Aiba reforça gestão sustentável da água no Cerrado baiano com monitoramento do Aquífero Urucuia
Em celebração ao mês dedicado à água, comemorado oficialmente em 22 de março, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), reforça seu compromisso com a gestão responsável dos recursos hídricos. Com uma série de projetos institucionais, a entidade agrícola contribui para a produção de conhecimento e a melhoria dos recursos hídricos no Cerrado baiano, promovendo uma agricultura mais sustentável e consciente.
Um conjunto de fatores reforçam o papel estratégico e sustentável no agronegócio, um exemplo disso é o acompanhamento que a Aiba faz por meio do Programa Integrado de Monitoramento Hídrico da Bahia, para conhecer a dinâmica hidrogeológica do Aquífero Urucuia, um manancial hídrico subterrâneo situado em sua maior parte no Cerrado da Bahia. Com alcance também nos estados de Minas Gerais, Goiás, Tocantins, Maranhão, Piauí o Urucuia tem área estimada de 14 milhões de hectares. Por meio de medições e monitoramento em tempo real, o estudo proporciona segurança na governança hídrica e a preservação desse patrimônio hídrico. A pesquisa tem o apoio da Universidade Federal de Viçosa (UFV), de outras universidades do país, e a parceria do governo do Estado da Bahia, por meio das secretarias estaduais de Agricultura (Seagri), de Meio Ambiente (Sema), de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (Sihs) e o Inema.
O produtor rural Júlio Busato, presidente da Aiba na época de criação do projeto, explica que o Estudo do Potencial do Aquífero Urucuia nasceu de uma preocupação com a gestão hídrica. “Contactamos pessoas mais entendidas da área no Brasil, e foi formada uma equipe com participação de 50 professores de todo o país, que elaboraram o projeto de Estudo do Potencial do Aquífero Urucuia, e nós envolvemos o governo do Estado, através da Sema e do Inema. No Nebraska, onde monitoram um aquífero chamado Ogallala, há mais de 60 anos, firmamos parcerias com a Universidade do Nebraska e o Instituto Water For Food, que contribuem para a evolução desse estudo, e por meio dessa pesquisa temos o monitoramento do Urucuia em tempo real”, relembra o produtor que também é membro do Conselho Consultivo da Aiba.
O estudo também contempla o Programa de Monitoramento dos Mananciais Hídricos Superficiais e Subterrâneos, sistema que acompanha em tempo real o comportamento dos corpos hídricos na região, e contribui para a sustentabilidade, transparência na gestão da água para a sociedade, a disponibilidade hídrica para comunidades e o uso da irrigação para produção de alimentos. A iniciativa ressalta o papel da Aiba por meio de ações sustentáveis que visam os cuidados com o meio ambiente, proteção da fauna e flora, segurança para os usuários dos recursos hídricos e para as comunidades locais.
Atualização do Sistema de Monitoramento Hídrico do Aquífero Urucuia
Recentemente, em 20 de março, a Aiba participou de reunião técnica com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), em Salvador, para apresentação da atualização do Sistema de Monitoramento Hídrico do Aquífero Urucuia. Durante o encontro, foi apresentado o MVP (Produto Mínimo Viável) do sistema, com demonstração prática de suas funcionalidades, voltadas ao acompanhamento e gestão dos recursos hídricos na região Oeste da Bahia. A equipe da Aiba também destacou a importância do início da utilização da plataforma por parte do Inema, como etapa fundamental para consolidação e aprimoramento da ferramenta.
A recepção foi positiva, com contribuições relevantes da equipe técnica do órgão gestor. Algumas sugestões apresentadas já poderão ser incorporadas na fase atual, enquanto outras serão avaliadas para futuras atualizações do sistema.

Representando a Aiba, o conselheiro consultivo Júlio Busato, o gerente de Sustentabilidade Eneas Porto, a especialista ambiental Gláucia Araujo e Karina Costa, coordenadora do Prodeagro. Pelo Inema, participaram o diretor de Recursos Hídricos e Monitoramento, Welton Rocha, o coordenador do Núcleo de Outorga (NOUT), André Ferreira, além da equipe técnica vinculada à Diretoria de Regulação. A iniciativa integra os esforços contínuos da Aiba para o fortalecimento da gestão hídrica regional, com base em inovação, transparência e suporte técnico às instituições parceiras.
Água e a produção de alimentos no Cerrado Baiano
Em um dos maiores celeiros de produção do Brasil, o Cerrado baiano é destaque com 3,2 milhões de hectares cultivados e uma rica bacia hidrográfica com rios perenes que sustentam a subsistência de hortas e lavouras, o que possibilitou a região se tornar o maior polo de agricultura irrigada sustentável no país com área superior a 400 mil hectares.
A água é o bem essencial para a produção de alimentos e seu uso racional deve ser um cuidado de todos, e a Aiba, faz sua parte, por meio de representações em órgãos gestores, atua na governança hídrica da região, contribuindo para a promoção de ações sustentáveis que garantam a segurança e a sustentabilidade hídrica e para a promoção de ações que possibilitam condições seguras para a expansão de uma agricultura cada dia mais sustentável como um pilar estratégico para o futuro do agronegócio baiano.
“O embasamento técnico do trabalho que a Aiba faz junto a representação institucional e principalmente por meio de ações voltadas à sustentabilidade, tem sido fundamentais para orientar decisões responsáveis e dar segurança aos produtores. A partir de dados confiáveis, conseguimos planejar o uso da água de forma mais eficiente, garantindo produtividade aliada à preservação dos recursos hídricos”, disse o gerente de Sustentabilidade da Aiba Eneas Porto, que também é segundo secretário do Comitê de Bacias Hidrográficas do Rio Grande (CBHRGrande).
Outra iniciativa da Aiba, por meio do Instituto Aiba (IAiba), é o Projeto de Transferência de tecnologia, por meio do qual é realizada a doação de kits de irrigação, tecnologia que visa aumentar a produtividade e a renda das famílias, através da Irrigação Localizada, um incentivo à adoção de tecnologias de irrigação eficiente, assistência técnica continuada e orientação para o uso sustentável dos recursos naturais. A ação contribui com o desenvolvimento socioeconômico de pequeno produtor rural, e mais do que equipamentos, se configura em conhecimento, inovação e novas possibilidades para fortalecer os pequenos produtores rurais.
Iniciativa de produtores rurais segue recuperando Nascentes do Oeste da Bahia
No Cerrado baiano, uma iniciativa pioneira de produtores rurais está transformando a realidade da região. O Projeto Nascentes do Oeste, mantido pela Aiba e Abapa, há quase uma década, dedica esforços por meio do financiamento de agricultores às ações de recuperação de nascentes degradadas e à preservação do meio ambiente.
São mais de 200 nascentes em processo de recuperação em 17 municípios da região. O projeto que recebeu em 2020, reconhecimento nacional com o prêmio da Agência Nacional das Águas (ANA), tem a parceria do Programa para Desenvolvimento da Agropecuária (Prodeagro), de moradores das comunidades e de prefeituras por meio das secretarias de Agricultura, Educação e de Meio Ambiente.
Em alusão às comemorações pela Semana da Água 2026, o Nascentes do Oeste realizou uma ação de conservação ambiental com os moradores da comunidade do Borrachudo, no município de Cotegipe, onde foi desenvolvida atividade em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, reforçando o compromisso conjunto com a proteção dos recursos hídricos locais.
A ação impactou diretamente a preservação das 20 nascentes, que atualmente encontram-se em processo de recuperação na região, evitando o assoreamento e garantindo melhores condições para a regeneração natural dessas áreas. Além de proteger o solo, as intervenções promovem maior infiltração da água no terreno, fortalecendo a recarga hídrica e a sustentabilidade da microbacia.
Paralela às ações de recuperação de nascente, são realizadas iniciativas de Educação Ambiental para sensibilizar a população sobre a importância da restauração e conservação das nascentes, além de conversa com produtores rurais e membros das secretarias, no intuito de formar propagadores de educação ambiental voltados à conservação e recuperação de corpos hídricos.
O presidente da Aiba, Moisés Schmidt, destaca a importância da água para o agronegócio e bem essencial à vida, enfatizando o compromisso da associação com a gestão responsável dos recursos hídricos. “A água é um recurso precioso e essencial para o agronegócio e para a vida. Nossa missão é garantir que seja utilizada de forma responsável e sustentável. A governança hídrica é uma prioridade estratégica da Aiba que está comprometida em liderar o caminho para um agronegócio mais sustentável e responsável na Bahia”, pontua o presidente.
Enquanto segue com iniciativas que demonstram compromisso com a gestão responsável dos recursos hídricos por meio de projetos institucionais, a Aiba colabora para produção de conhecimento e para a preservação dos recursos hídricos, reforçando seu papel com o desenvolvimento do agronegócio baiano e das comunidades locais, ressaltando a força da cooperação e do investimento em tecnologias inovadoras para proteger a água e promover uma agricultura mais sustentável.
Assessoria de Imprensa Aiba








