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Fundação Bahia confirma Kellen Severo como destaque da Passarela 2026, com painel sobre economia do agro em LEM
A Passarela da Soja, Milho e Culturas Alternativas 2026, promovida pela Fundação Bahia, terá a participação de um dos principais nomes da comunicação do agronegócio no Brasil: a jornalista Kellen Severo, que apresentará um painel sobre economia e os impactos do cenário macroeconômico no setor agropecuário.
Especializada em Economia e Agronegócios, Kellen é reconhecida pelo LinkedIn como Top Voice em Agribusiness e Economia e soma mais de 10 prêmios ao longo de sua trajetória no jornalismo agro. Com 14 anos de experiência no setor, acumula passagens por veículos como Jovem Pan e Canal Rural. É pós-graduada em Economia pela FIPE/USP, possui formação em Direito do Agronegócio pelo Insper e em Economia Comportamental pela FIA, reunindo sólida base acadêmica à prática jornalística voltada à análise estratégica do mercado.
Demanda do setor
Durante o evento, a palestra terá como foco os cenários econômicos, tendências de mercado e seus reflexos diretos nas decisões do produtor rural, contribuindo para uma visão mais estratégica e integrada entre economia e agronomia no dia a dia do campo.
Consolidado como um dos principais encontros técnicos do agronegócio no Oeste da Bahia, a Passarela 2026 contará com vitrines tecnológicas, painéis temáticos e debates voltados à produtividade, inovação e sustentabilidade, promovendo a conexão entre pesquisa, mercado e produtores da região do MATOPIBA.
A Fundação Bahia convida produtores rurais, técnicos, pesquisadores, estudantes e profissionais do setor a participarem do evento, que se consolida como um espaço de atualização técnica, networking e troca de experiências entre os diferentes elos da cadeia produtiva. As informações são de assessoria.

AgroRosário 2026 vai ocorrer em março e fortalece o agronegócio no Oeste da Bahia
A AgroRosário 2026 promete reforçar o protagonismo do agronegócio no Oeste da Bahia e consolidar Correntina como vitrine tecnológica do Matopiba. O evento será realizado de 5 a 7 de março, no distrito de Rosário, reunindo produtores rurais, empresas de máquinas agrícolas, sementes, fertilizantes e instituições financeiras.
Integrante da região do Matopiba, Correntina ocupa posição estratégica na produção de soja, milho e algodão na Bahia. O Oeste baiano tem ampliado a produtividade nas últimas décadas, mesmo diante de desafios como juros elevados, custos de produção e oscilação no preço das commodities agrícolas.
Na edição anterior, a feira reuniu cerca de 15 mil visitantes e mais de 160 expositores, movimentando aproximadamente R$ 100 milhões em negócios e intenções comerciais. Para uma economia regional baseada na agricultura e pecuária de corte, o impacto foi considerado expressivo.
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Calendário 2026: feiras agropecuárias devem movimentar milhões no Oeste da Bahia
Além da exposição de tecnologia no campo, o evento se tornou espaço de negociação direta, crédito rural e gestão de risco. Produtores aproveitam para comparar propostas, fechar contratos e investir com mais planejamento.
A expectativa para 2026 é de decisões mais técnicas, priorizando eficiência operacional e aumento de produtividade. A feira também impulsiona hotéis, restaurantes, transporte e o comércio local, fortalecendo a economia regional.
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Irmãs transformam pesquisa da Embrapa em vinícola de sucesso e referência em enoturismo em Morro do Chapéu
A paixão pelo vinho nasceu quase por acaso, quando as duas irmãs Laura Oliveira e Mayra Nunes cederam parte do sítio da família para um estudo de viabilidade de plantio e colheita de uvas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Uma década depois, em 2020, o que era apenas um experimento científico virou negócio: a vinícola Santa Maria, na cidade de Morro do Chapéu, localizada na Chapada Diamantina (BA). Hoje, a empresa produz até sete mil garrafas por ano e se posiciona como destino de enoturismo, com eventos ao ar livre e visitas guiadas.
“Cedemos o espaço no sítio em 2009 para a Embrapa testar a viabilidade do plantio de uvas viníferas na região, pois os pesquisadores tinham visto uma semelhança no clima com a cidade de Bordéus, na França. As mudas vieram de lá. Esse estudo teve duração de 10 anos, mas na primeira colheita em 2012 já teve uma publicação. O plantio envolveu dez variedades de uva”, lembra Oliveira.
Segundo a empreendedora, após o fim do estudo, o acordo era de que a estrutura e produção ficariam para a família. Mas, antes disso, ela e a irmã já tinham se apaixonado pela área ao observar o desenvolvimento das uvas no local.
“Não fazia parte do nosso mundo, mas fomos acompanhando tudo ao longo desses dez anos e não teve jeito. Resolvemos apostar na nossa vinícola e reunimos toda a família, que segue nos apoiando. Todo mundo ajuda e está envolvido em alguma etapa do processos”, diz.
Por conta das suas experiências como administradora e contadora, Oliveira explica que fica à frente da maior parte das etapas de produção do negócio, enquanto Nunes concilia as responsabilidades da vinícola com a atuação como enfermeira. “Nos apaixonamos pelas uvas. Sem dúvidas, elas escolheram a gente”, reitera Nunes.

Após a decisão de apostar na vinícola, as irmãs buscaram consultorias especializadas para adquirir conhecimento e impulsionar o negócio, desde o plantio à fabricação.
O primeiro passo foi aproveitar o plantio realizado durante o estudo e, em seguida, a adaptação de outros espaços do sítio para os processos de produção das bebidas. O montante aplicado foi de cerca de R$ 50 mil.

Produção dos vinhos
Atualmente, a vinícola possui oito variedades de uvas, entre elas duas brancas Moscato e Sauvignon Blanc, e seis tintas Malbec, Syrah, Pinot Noir, Merlot, Cabernet Sauvignon e Cabernet Franc. Os vinhos custam a partir de R$ 70 e podem ser adquiridos na loja física e de forma online. No momento, elas também distribuem os produtos para mais de dez estabelecimentos da região, a exemplo de restaurantes. “Temos duas colheitas anuais e sete rótulos fixos, além de outros que conseguimos produzir esporadicamente”, afirma Oliveira.
A empresa ainda possui no catálogo outras bebidas e produtos, como licores, sucos, chopes e geleias. “Temos o licor de gengibre, que é uma receita da nossa mãe e é muito procurado. Estamos com fila de espera no momento”, diz.
Enoturismo
De olho na expansão e aproveitamento de outras frentes do negócio, as irmãs resolveram apostar no enoturismo, com visitas guiadas e eventos ao ar livre. Os pacotes custam a partir de R$ 130 e oferecem experiências personalizadas com bebidas e comidas. O funcionamento é de quarta-feira a domingo e também em feriados.
O espaço ainda conta com um restaurante, uma loja e a Capela Santa Maria do Ouro. O espaço religioso, que celebra casamentos e batizados, foi construído em 2015 pela própria família.
“Começamos com as uvas, com o primeiro plantio. Depois disso, as coisas foram acontecendo e fomos entendendo as demandas e investindo no negócio. Percebemos o interesse pelas visitas quando começamos a divulgação e comercialização dos vinhos. Várias pessoas já iam lá para conhecer o plantio”, afirma.

No início de fevereiro de 2025, as empreendedoras finalizaram a construção de um espaço voltado para a recepção dos visitantes e clientes. A ideia é ampliar a oferta de experiências voltadas para o enoturismo. Hoje, a média é de 700 a 900 visitantes por mês.
“Temos público do estado e também de outras regiões do Brasil. Recebemos pessoas apaixonadas por vinho e que gostam de conhecer mais da produção. Já tivemos visitantes de outros países como Argentina, Itália, Portugal, França e Colômbia”, pontua Oliveira.
Embora haja o desejo de ampliar o negócio, Nunes diz que o movimento é pensado com cautela e reafirma o foco na produção dos vinhos. Ela ressalta que o objetivo é não perder a essência familiar e acolhedora mantida na vinícola.
“Somos uma vinícola boutique, nossa proposta realmente não é virar uma mega vinícola. Pretendemos fazer uma expansão para conseguirmos produzir os vinhos necessários para o nosso negócio e sempre focar em melhorias no processo e na qualidade do que estamos oferecendo”, pontua.
Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Aposta de Luís Eduardo Magalhães fatura R$ 14 mil na Quina e prêmio principal acumula em R$ 9,7 milhões
Uma aposta feita em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, garantiu prêmio na Quina e levou R$ 14.005,27 ao acertar quatro dezenas no concurso 6956. O jogo simples foi registrado pela internet, reforçando o crescimento das apostas online na loteria.
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O sorteio ocorreu na noite de quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026, no Espaço da Sorte, em São Paulo. As dezenas sorteadas foram 10, 38, 51, 64 e 68. Ninguém acertou os cinco números, e o prêmio principal acumulou.

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Ao todo, 34 apostas fizeram quatro acertos. O próximo concurso, marcado para esta sexta, 20 de fevereiro, tem estimativa de R$ 9,7 milhões. A aposta mínima da Quina, com cinco números, custa R$ 3,00.
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Dupla é flagrada com drogas durante rondas da PM no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães
Na noite esta quinta-feira, 19, uma guarnição do 27º BPM, enquanto realizava rondas táticas no Bairro Santa Cruz em Luís Eduardo Magalhães, se deparou com uma motocicleta ocupada por dois homens que ao perceberem a aproximação da viatura policial empreendeu fuga, momento em que foram interceptados.
Durante os procedimentos de abordagem foi encontrado pelos polícias duas porções de maconha e uma de cocaína. Após consultas foi verificado que a motocicleta estava com documentação irregular sendo a mesma apresentada no pátio de custodia de veículos.
Os dois homens foram apresentados na Delegacia de Polícia Civil local onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante por posse de droga.
Fonte: 27º BPM

Bahia lidera produção de tomate no Nordeste com 183 mil toneladas e destaque para a Região de Irecê
A produção de tomate na Bahia segue em ritmo acelerado e consolida o estado como líder no Nordeste. Em 2025, a safra alcançou 183 mil toneladas, segundo dados do IBGE.
Grande parte desse volume vem de regiões com clima favorável e uso de tecnologia de irrigação, como a Chapada Diamantina e o Piemonte Norte do Itapicuru. O destaque absoluto é a Região de Irecê, considerado o coração da produção estadual. Municípios como Cafarnaum, João Dourado, América Dourada, Lapão e Canarana concentram quase metade dos maiores produtores do estado.
Na Chapada Diamantina, a qualidade e a produtividade chamam atenção. Em 2024, Ibicoara liderou a produção baiana, com 76 mil toneladas, ocupando ainda a sexta posição no ranking nacional. Cidades como Mucugê, Morro do Chapéu, Seabra e Iraquara também figuram entre as principais produtoras.
Com cerca de 6,5 mil hectares cultivados, a cadeia do tomate pode movimentar até R$ 1 bilhão em anos favoráveis, fortalecendo a economia e gerando empregos no interior baiano.
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