Desabamento durante obra deixa quatro mortos e dois feridos em Luís Eduardo Magalhães
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Estrutura em construção desaba em Luís Eduardo Magalhães; há mortos e feridos
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LEM bate recorde e se torna líder em empresas ativas no Oeste da Bahia, com mais de 21 mil
Luís Eduardo Magalhães alcançou 21.049 (vinte e uma mil e quarenta e nove) empresas ativas em julho de 2026 e lidera o ranking de municípios com maior número de empresas cadastradas no Oeste da Bahia.
Os dados são do Observatório Sebrae, com base em informações atualizadas da Receita Federal.
Com 118.382 (cento e dezoito mil, trezentos e oitenta e dois) habitantes em 2025 e 42.066 (quarenta e dois mil e sessenta e seis) empregados, LEM mantém uma economia marcada pela força do agronegócio, comércio e serviços.
O município supera Barreiras, que aparece na segunda colocação, com 19.229 (dezenove mil, duzentas e vinte e nove) empresas ativas.
Barreiras possui 171.634 (cento e setenta e um mil, seiscentos e trinta e quatro) habitantes e 45.139 (quarenta e cinco mil, cento e trinta e nove) empregados.
Criado em 2000, após a emancipação de Barreiras, Luís Eduardo Magalhães apresentou um crescimento econômico acelerado nas últimas décadas.
Luís Eduardo Magalhães conquistou destaque no cenário nacional ao ser reconhecida como a cidade de médio porte mais desenvolvida do Nordeste. O resultado reforça a força e o crescimento do município, que se tornou referência em desenvolvimento econômico e qualidade de vida na região.
Atualmente, LEM é um dos principais polos do agronegócio brasileiro e ocupa a 6ª (sexta) posição entre os maiores PIBs da Bahia, consolidando sua importância para a economia baiana e nacional.
LEM também é referência na comercialização de máquinas agrícolas, implementos, sementes e tecnologias utilizadas no campo, fortalecendo sua importância no Matopiba.
Os números reforçam o ambiente empresarial diversificado e a capacidade de atração de novos negócios no município.
Leia outras informações da região no Oeste Notícia.
Oeste Notícia

Confinamento para 65 mil bois no Oeste da Bahia revela nova escala da pecuária brasileira
Um confinamento com capacidade estática para 65 mil bovinos, sistemas automatizados para distribuição de dietas e planos para construir um frigorífico próprio habilitado à exportação ajuda a dimensionar o avanço da intensificação da pecuária brasileira.
A operação está no Oeste da Bahia, uma das principais fronteiras agrícolas do país, onde lavoura e produção de carne vêm formando sistemas cada vez mais integrados.
O caso foi identificado durante a Rota 1 do Confina Brasil, levantamento encabeçado pela Scot Consultoria que percorreu 36 propriedades de pecuária de corte em São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia.
Mais do que encontrar grandes estruturas de engorda, a expedição revelou uma mudança importante: em boa parte das propriedades visitadas, o confinamento deixou de funcionar como uma atividade isolada para assumir papel estratégico dentro de sistemas produtivos maiores.
Na prática, o cocho está sendo usado para resolver problemas diferentes conforme a região: aproveitar resíduos da agroindústria, liberar terras para agricultura, enfrentar períodos de seca, acelerar o ciclo dos animais ou agregar valor aos grãos produzidos dentro da própria fazenda.
No Oeste baiano, agricultura e pecuária se encontram. O contraste mais evidente apareceu quando a equipe chegou ao eixo de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.
Em uma região marcada pela produção de grãos em grande escala, o confinamento funciona como uma espécie de elo entre a lavoura e a produção de carne. Segundo o levantamento, a Integração Lavoura-Pecuária (ILP) permite produzir arrobas a custos competitivos durante a recria, antes que os animais sigam para o cocho na fase de terminação. É nesse ambiente que aparece uma das operações de maior escala registradas na primeira etapa do projeto.
A propriedade possui capacidade estática para 65 mil cabeças e está investindo em automação do trato, incluindo seis reservatórios intermediários do tipo BatchBox, com o objetivo de aumentar a velocidade e a precisão na distribuição das dietas. O próximo movimento é ainda mais relevante: de acordo com o levantamento do Confina Brasil, a operação projeta construir um frigorífico próprio com habilitação para exportação, numa estratégia voltada a reduzir gargalos logísticos e agregar valor à carne produzida na região. Em São Paulo, até resíduos da agroindústria viram carne A transformação não está restrita às grandes propriedades do Oeste baiano. Nas nove fazendas visitadas em São Paulo, o Confina Brasil encontrou uma pecuária intensiva fortemente ligada à eficiência no uso da terra e ao aproveitamento de materiais provenientes da agroindústria.
Bagaço de cana-de-açúcar, polpa cítrica e resíduos de cervejaria aparecem nas dietas dos bovinos. Materiais que poderiam representar custos ou desafios de destinação passam a funcionar como ingredientes nutricionais.
O ciclo pode continuar depois do cocho: os dejetos dos animais retornam às áreas agrícolas como fertilizante orgânico, ajudando na produção dos alimentos que poderão abastecer novos lotes.
Outro movimento observado pela expedição é a terceirização da terminação. Diante do elevado valor da terra paulista, produtores podem mandar os bovinos para estruturas especializadas e utilizar suas próprias áreas em atividades agrícolas ou intensificar cria e recria.
Minas Gerais mostra até onde a intensificação pode chegar
Minas Gerais apresentou outra realidade. Nas nove propriedades visitadas, a equipe encontrou desde produtores iniciando no confinamento até grupos verticalizados que reúnem marca própria de carne, frigorífico e outras atividades produtivas.
Um dos sistemas observados chama atenção pela velocidade do ciclo produtivo. Matrizes F1 Angus x Nelore são inseminadas com Angus. Depois do parto, vaca e bezerro seguem para o confinamento. A matriz continua amamentando enquanto ganha peso e, após a desmama antecipada, pode ser abatida antes dos 24 meses. O bezerro permanece no sistema para recria e engorda e pode chegar ao abate antes dos 15 meses de idade. Segundo a Scot Consultoria, a estratégia permite obter dois produtos de elevado padrão dentro de um ciclo bastante curto, embora sua viabilidade dependa da capacidade de capturar as bonificações oferecidas pela indústria.
Pecuária de precisão também chegou ao confinamento
No Espírito Santo, onde a disponibilidade e o valor da terra pressionam a produção por hectare, tecnologia e intensificação aparecem como respostas. Nas quatro propriedades visitadas no Norte capixaba, foram identificadas ferramentas como drones para contagem automatizada do rebanho e índices de bem-estar animal acompanhados em tempo real, gerando informações para decisões de manejo.
Nesse cenário, o confinamento não necessariamente funciona durante todo o ano. Ele pode ser acionado de maneira sazonal para melhorar o aproveitamento da terra e manter regularidade na oferta de bovinos para a indústria frigorífica.
Nem toda Bahia é igual
A própria expedição mostra por que falar em um único modelo de confinamento brasileiro seria simplificar demais o setor. No Sul da Bahia, o levantamento encontrou maior predominância de cria e recria a pasto e participação ainda pequena do confinamento. Na região central, a situação muda. Com restrições hídricas e menor disponibilidade de volumoso, produtores vêm adaptando dietas e estratégias de compra. O Confina Brasil identificou propriedades aproveitando períodos de seca para adquirir matrizes com bezerro ao pé desvalorizadas, além da utilização de estruturas de Terminação Intensiva a Pasto (TIP) que podem ser convertidas temporariamente em confinamentos. Mais a oeste, a disponibilidade de grãos e a escala agrícola criam as condições para operações muito maiores — chegando justamente ao projeto com capacidade estática para 65 mil animais.
O confinamento brasileiro está mudando de função
A principal conclusão da primeira rota talvez seja mais importante do que o tamanho de qualquer confinamento individual.
Nas 36 propriedades analisadas, o cocho aparece menos como um negócio independente e mais como uma ferramenta de gestão da fazenda. Ele pode transformar coprodutos agrícolas em carne em São Paulo, acelerar ciclos produtivos em Minas Gerais, aumentar a produção por hectare no Espírito Santo ou aproveitar a enorme oferta agrícola do Oeste baiano.
Essa é justamente a interpretação apresentada pela equipe responsável pelo levantamento: o valor encontrado na primeira etapa está menos na escala isolada dos confinamentos e mais na capacidade de integrar a terminação a sistemas produtivos mais amplos, adaptados às condições econômicas, agrícolas e climáticas de cada região.
Para o pecuarista, a mudança é relevante. Confinar deixa de significar simplesmente colocar o boi no cocho para ganhar peso mais rápido. Cada vez mais, a decisão envolve custo da terra, disponibilidade de grãos e coprodutos, preço da reposição, logística, agricultura, escala e capacidade de comercialização.
E a operação de 65 mil cabeças encontrada no Oeste baiano é uma demonstração do tamanho que essa integração pode alcançar.
Fonte: Compre Rural

Polícia Civil prende caminhoneiro investigado por simular roubo de 70 toneladas de milho em Xique-Xique
A Polícia Civil da Bahia cumpriu, nesta sexta-feira (14), em Feira de Santana, um mandado de prisão preventiva em desfavor de um homem, de 44 anos, investigado por comunicação falsa de crime, associação criminosa e furto qualificado. Conforme as investigações, o suspeito, que é caminhoneiro, teria simulado o roubo de uma carga de 70 toneladas de milho.
A falsa comunicação do crime foi registrada em julho deste ano, na Delegacia Territorial (DT/Xique-Xique), quando o suspeito alegou ter a carga roubada por três indivíduos armados. Segundo o relato apresentado à polícia, ele também afirmou ter sido sequestrado e mantido em cárcere privado durante a ação. No entanto, durante as diligências investigativas, foi identificado que o suspeito simulou o roubo do veículo, juntamente com os outros homens, para furtar a carga.
No dia 21 de julho, três suspeitos foram presos e a carga recuperada. Já nesta sexta-feira (14), o motorista, considerado foragido da Justiça, foi capturado no bairro Brasília. Ele foi conduzido à unidade policial, onde passou pelos procedimentos legais de praxe e segue custodiado à disposição da Justiça.
A prisão foi realizada pela 9ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Feira de Santana), em ação integrada com a Delegacia Territorial (DT/Xique-Xique).
Fonte: Ascom/Polícia Civil

Acidente no Anel da Soja deixa um morto e duas mulheres feridas
Um acidente no Anel da Soja deixou uma pessoa morta e duas mulheres feridas na manhã desta sexta-feira (14). A ocorrência foi registrada por volta das 10h, a cerca de 10 quilômetros do Posto Cerradão.
Equipes do Corpo de Bombeiros, acionadas pelo Samu, encontraram as vítimas presas às ferragens após o acidente veicular. Para realizar o resgate, os militares utilizaram equipamentos específicos de desencarceramento.
Duas mulheres foram retiradas do veículo e receberam os primeiros atendimentos ainda no local. Em seguida, elas foram encaminhadas pelo Samu para uma unidade de saúde.
Um homem também estava entre as vítimas, mas não resistiu aos ferimentos. O óbito foi confirmado pela equipe médica do Samu.
O Corpo de Bombeiros reforça a importância da direção segura no Anel da Soja e em outras rodovias, com respeito à velocidade, distância entre veículos e atenção redobrada durante o trajeto.
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Assaí Atacadista abre vagas de emprego em Barreiras com inscrições até 31 de agosto
A rede Assaí Atacadista está com vagas de emprego em Barreiras, no Oeste da Bahia, abertas até o dia 31 de agosto. As oportunidades são para contratação efetiva e trabalho presencial.
Entre as oportunidades de trabalho em Barreiras estão os cargos de Operador(a) de Caixa e Operador(a) de Loja.
Para a função de Operador(a) de Caixa, é necessário ter ensino médio completo, idade mínima de 18 anos e, preferencialmente, experiência com operações de caixa, registro de produtos e atendimento ao público.
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Já a vaga de Operador(a) de Loja exige ensino médio completo e não requer experiência anterior na função, ampliando as chances para quem busca o primeiro emprego.
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Os contratados terão acesso a benefícios como assistência médica e odontológica, vale-compras Assaí, refeição no local, vale-transporte e extensão da licença-maternidade.
Também estão disponíveis parcerias com academias, plano de carreira e outros benefícios.
As inscrições devem ser feitas pela internet até 31 de agosto. O processo inclui cadastro, entrevista, dados de pré-contratação e contratação.
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Corregedoria do TJ-BA realiza inspeção em comarcas do Oeste da Bahia entre 17 e 21 de agosto
A Corregedoria-Geral da Justiça da Bahia realizará, entre os dias 17 e 21 de agosto de 2026, uma inspeção ordinária presencial em unidades judiciárias de municípios do Oeste baiano. A determinação consta na Portaria nº CGJ-293/2026-GSEC, republicada pela Corregedoria.
Os trabalhos alcançarão unidades das comarcas de Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, Formosa do Rio Preto, Riachão das Neves, Santa Rita de Cássia, São Desidério, Baianópolis, Cotegipe, Serra Dourada, Santana, Correntina, Santa Maria da Vitória, Coribe, Cocos, Ibotirama e Oliveira dos Brejinhos.
Em Luís Eduardo Magalhães, serão inspecionadas duas varas cíveis, comerciais e de relações de consumo — uma delas também com competência sobre a Fazenda Pública —, além da 1ª Vara Criminal, do Juizado Especial Cível, da Administração do Fórum e da Central de Mandados.
Em Barreiras, a inspeção abrangerá três varas cíveis, comerciais e de relações de consumo, a 1ª Vara de Família, a 1ª Vara da Fazenda Pública, os dois Juizados Especiais Cíveis, a Vara da Infância e Juventude, duas varas criminais e a Vara do Júri e Execuções Penais.
Também serão inspecionadas a Administração do Fórum, a Central de Mandados e o presídio de Barreiras.
A portaria estabelece que os responsáveis pelas unidades deverão garantir à equipe da Corregedoria livre acesso às dependências, aos processos, aos sistemas e aos documentos. A autorização alcança, quando regularmente requisitados, dados e procedimentos submetidos a sigilo legal.
As unidades também deverão disponibilizar espaço físico e equipamentos necessários para a realização das atividades correicionais.
Durante os trabalhos, cidadãos, advogados, servidores e demais interessados poderão apresentar informações, sugestões, reclamações e outras manifestações relacionadas aos serviços prestados pelas unidades inspecionadas.
As manifestações poderão ser entregues presencialmente aos juízes responsáveis pela inspeção ou encaminhadas ao endereço eletrônico corregedoriageral@tjba.jus.br.
Os trabalhos serão coordenados pelos juízes auxiliares da Corregedoria Arnaldo José Lemos de Souza, Marcos Adriano Silva Ledo, Hosser Michelangelo Silva Araújo, Sílvia Lúcia Bonifácio Andrade de Carvalho, Luciana Carinhanha Setúbal e Júnia Araújo Ribeiro Dias.
A portaria também solicita excepcionalmente à Presidência do Tribunal de Justiça da Bahia a designação dos magistrados Breno Rego Pinto Rodrigues da Costa e Ana Bárbara Barbuda Ferreira Motta para reforçar a equipe responsável pelas diligências.
A ementa da portaria também menciona a Comarca de Bom Jesus da Lapa entre os locais abrangidos pela inspeção. O município, entretanto, não aparece na relação das comarcas apresentada no artigo 1º do ato republicado.
Fonte: Política Livre








