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Macsuel Serra dos Santos, de 22 anos, foi identificado como vítima fatal de acidente na BA-459, em Barreiras.

Identificado jovem de 22 anos que morreu em grave acidente na BA-459, em Barreiras

Macsuel Serra dos Santos, de 22 anos, foi identificado como a vítima fatal do grave acidente registrado na manhã desta sexta-feira (14), na BA-459, no Anel da Soja, zona rural de Barreiras, no oeste da Bahia.

Natural de Jequié (BA), o jovem estava acompanhado da namorada e de outra mulher. O grupo seguia pela rodovia em direção à Cachoeira do Acaba Vida.

Segundo informações, o veículo tombou por motivos ainda desconhecidos e, na sequência, bateu contra uma árvore. Com a força da colisão, Macsuel ficou preso às ferragens e morreu no local.

As duas mulheres foram socorridas pelo SAMU e encaminhadas à UPA de Luís Eduardo Magalhães. Elas tiveram ferimentos leves.

Após a perícia, o corpo do jovem foi levado ao IML de Luís Eduardo Magalhães, onde passou por necropsia e posteriormente foi liberado para os familiares.

Leia outras informações da região no Oeste Notícia. 

Oeste Notícia

Carro envolvido em acidente com caminhão na BA-160, em Ibotirama

Motorista morre após carro bater em caminhão na BA-160, em Ibotirama

Um motorista morreu após o carro que dirigia colidir com um caminhão na BA-160, em Ibotirama, no oeste da Bahia. O acidente aconteceu na noite desta sexta-feira (14), no km 9 da rodovia.

Segundo informações iniciais, a colisão ocorreu nas proximidades de um quebra-molas. Com o impacto, o motorista ficou preso às ferragens.

Uma equipe do SAMU foi acionada, mas constatou que a vítima já estava sem vida. Bombeiros militares de Bom Jesus da Lapa foram deslocados para realizar a retirada do corpo.

Até o momento, a identidade do motorista não foi divulgada. As circunstâncias do acidente na BA-160 serão apuradas.

Oeste Notícia

Bombeiros militares combatem incêndio em empresa de reciclagem no bairro Santa Cruz, em Luís Eduardo Magalhães.

Incêndio em empresa de reciclagem é controlado pelos bombeiros em Luís Eduardo Magalhães

Um incêndio em uma empresa de reciclagem mobilizou o Corpo de Bombeiros Militar na madrugada deste sábado (15), em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. A ocorrência foi registrada por volta das 4h, no bairro Santa Cruz.

Segundo informações levantadas no local, o fogo teria começado em uma área de vegetação e avançado até o depósito de materiais recicláveis.

As equipes da 2ª Companhia do 17º Batalhão de Bombeiros Militar chegaram rapidamente e iniciaram o combate às chamas. Com o uso de linhas de mangueiras, os bombeiros conseguiram controlar e extinguir o incêndio.

A ação evitou que o fogo se espalhasse para outras áreas da empresa e para imóveis próximos. Não houve registro de vítimas durante a ocorrência.

Após o controle do incêndio em Luís Eduardo Magalhães, os bombeiros realizaram uma vistoria para verificar as condições de segurança antes de encerrar o atendimento.

O Corpo de Bombeiros reforça o alerta contra queimadas próximas a empresas, residências e materiais inflamáveis. Em caso de incêndio, a orientação é acionar o 193.

Oeste Notícia

Equipes da Polícia Militar, CIPE Cerrado e Guarda Civil Municipal durante operação de policiamento em bairros de Luís Eduardo Magalhães.

Operação reforça policiamento e segurança em seis bairros de Luís Eduardo Magalhães

Uma operação de intensificação do policiamento foi realizada na noite desta sexta-feira (14), com o objetivo de reforçar a segurança e prevenir a ocorrência de crimes em áreas consideradas de maior incidência criminal, em Luís Eduardo Magalhães.

A ação teve início às 20h e foi encerrada à meia-noite, abrangendo os bairros Santa Cruz, Conquista, Florais Léa, Jardim das Acácias, Jardim das Oliveiras e Sol do Cerrado.

Participaram da operação equipes do 27º Batalhão de Polícia Militar, CIPE Cerrado e Guarda Civil Municipal. Ao todo, foram empregados 25 agentes, com apoio de seis viaturas de quatro rodas e três motocicletas.

Durante as ações de patrulhamento ostensivo e abordagens preventivas, foram abordadas 56 pessoas, cinco estabelecimentos e seis veículos. Segundo o balanço divulgado pelas forças de segurança, 12 veículos foram autuados e um veículo de duas rodas foi apreendido por infração de trânsito.

Não houve apreensão de armas ou drogas, nem registro de prisões em flagrante durante a operação.

De acordo com as forças envolvidas, a operação transcorreu dentro da normalidade prevista e alcançou os objetivos estabelecidos, especialmente com o reforço da presença ostensiva e a adoção de medidas preventivas para inibir a prática de delitos nas áreas contempladas.

A iniciativa faz parte das ações de policiamento voltadas à manutenção da ordem pública e ao aumento da sensação de segurança da população nos bairros atendidos. Com informações de assessoria.

Vista de Luís Eduardo Magalhães, cidade que lidera o Oeste da Bahia em número de empresas ativas.

LEM bate recorde e se torna líder em empresas ativas no Oeste da Bahia, com mais de 21 mil

Luís Eduardo Magalhães alcançou 21.049 (vinte e uma mil e quarenta e nove) empresas ativas em julho de 2026 e lidera o ranking de municípios com maior número de empresas cadastradas no Oeste da Bahia.

Os dados são do Observatório Sebrae, com base em informações atualizadas da Receita Federal.

Com 118.382 (cento e dezoito mil, trezentos e oitenta e dois) habitantes em 2025 e 42.066 (quarenta e dois mil e sessenta e seis) empregados, LEM mantém uma economia marcada pela força do agronegócio, comércio e serviços.

O município supera Barreiras, que aparece na segunda colocação, com 19.229 (dezenove mil, duzentas e vinte e nove) empresas ativas.

Barreiras possui 171.634 (cento e setenta e um mil, seiscentos e trinta e quatro) habitantes e 45.139 (quarenta e cinco mil, cento e trinta e nove) empregados.

Criado em 2000, após a emancipação de Barreiras, Luís Eduardo Magalhães apresentou um crescimento econômico acelerado nas últimas décadas.

Luís Eduardo Magalhães conquistou destaque no cenário nacional ao ser reconhecida como a cidade de médio porte mais desenvolvida do Nordeste. O resultado reforça a força e o crescimento do município, que se tornou referência em desenvolvimento econômico e qualidade de vida na região.

Atualmente, LEM é um dos principais polos do agronegócio brasileiro e ocupa a 6ª (sexta) posição entre os maiores PIBs da Bahia, consolidando sua importância para a economia baiana e nacional.

LEM também é referência na comercialização de máquinas agrícolas, implementos, sementes e tecnologias utilizadas no campo, fortalecendo sua importância no Matopiba.

Os números reforçam o ambiente empresarial diversificado e a capacidade de atração de novos negócios no município.

Leia outras informações da região no Oeste Notícia.

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Confinamento de gado com capacidade para 65 mil bovinos no Oeste da Bahia, em operação integrada à produção agrícola.

Confinamento para 65 mil bois no Oeste da Bahia revela nova escala da pecuária brasileira

Um confinamento com capacidade estática para 65 mil bovinos, sistemas automatizados para distribuição de dietas e planos para construir um frigorífico próprio habilitado à exportação ajuda a dimensionar o avanço da intensificação da pecuária brasileira.

A operação está no Oeste da Bahia, uma das principais fronteiras agrícolas do país, onde lavoura e produção de carne vêm formando sistemas cada vez mais integrados.

O caso foi identificado durante a Rota 1 do Confina Brasil, levantamento encabeçado pela Scot Consultoria que percorreu 36 propriedades de pecuária de corte em São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia.

Mais do que encontrar grandes estruturas de engorda, a expedição revelou uma mudança importante: em boa parte das propriedades visitadas, o confinamento deixou de funcionar como uma atividade isolada para assumir papel estratégico dentro de sistemas produtivos maiores.

Na prática, o cocho está sendo usado para resolver problemas diferentes conforme a região: aproveitar resíduos da agroindústria, liberar terras para agricultura, enfrentar períodos de seca, acelerar o ciclo dos animais ou agregar valor aos grãos produzidos dentro da própria fazenda.

No Oeste baiano, agricultura e pecuária se encontram. O contraste mais evidente apareceu quando a equipe chegou ao eixo de Barreiras e Luís Eduardo Magalhães, no Oeste da Bahia.

Em uma região marcada pela produção de grãos em grande escala, o confinamento funciona como uma espécie de elo entre a lavoura e a produção de carne. Segundo o levantamento, a Integração Lavoura-Pecuária (ILP) permite produzir arrobas a custos competitivos durante a recria, antes que os animais sigam para o cocho na fase de terminação. É nesse ambiente que aparece uma das operações de maior escala registradas na primeira etapa do projeto.

A propriedade possui capacidade estática para 65 mil cabeças e está investindo em automação do trato, incluindo seis reservatórios intermediários do tipo BatchBox, com o objetivo de aumentar a velocidade e a precisão na distribuição das dietas. O próximo movimento é ainda mais relevante: de acordo com o levantamento do Confina Brasil, a operação projeta construir um frigorífico próprio com habilitação para exportação, numa estratégia voltada a reduzir gargalos logísticos e agregar valor à carne produzida na região. Em São Paulo, até resíduos da agroindústria viram carne A transformação não está restrita às grandes propriedades do Oeste baiano. Nas nove fazendas visitadas em São Paulo, o Confina Brasil encontrou uma pecuária intensiva fortemente ligada à eficiência no uso da terra e ao aproveitamento de materiais provenientes da agroindústria.

Bagaço de cana-de-açúcar, polpa cítrica e resíduos de cervejaria aparecem nas dietas dos bovinos. Materiais que poderiam representar custos ou desafios de destinação passam a funcionar como ingredientes nutricionais.

O ciclo pode continuar depois do cocho: os dejetos dos animais retornam às áreas agrícolas como fertilizante orgânico, ajudando na produção dos alimentos que poderão abastecer novos lotes.

Outro movimento observado pela expedição é a terceirização da terminação. Diante do elevado valor da terra paulista, produtores podem mandar os bovinos para estruturas especializadas e utilizar suas próprias áreas em atividades agrícolas ou intensificar cria e recria.

Minas Gerais mostra até onde a intensificação pode chegar

Minas Gerais apresentou outra realidade. Nas nove propriedades visitadas, a equipe encontrou desde produtores iniciando no confinamento até grupos verticalizados que reúnem marca própria de carne, frigorífico e outras atividades produtivas.

Um dos sistemas observados chama atenção pela velocidade do ciclo produtivo. Matrizes F1 Angus x Nelore são inseminadas com Angus. Depois do parto, vaca e bezerro seguem para o confinamento. A matriz continua amamentando enquanto ganha peso e, após a desmama antecipada, pode ser abatida antes dos 24 meses. O bezerro permanece no sistema para recria e engorda e pode chegar ao abate antes dos 15 meses de idade. Segundo a Scot Consultoria, a estratégia permite obter dois produtos de elevado padrão dentro de um ciclo bastante curto, embora sua viabilidade dependa da capacidade de capturar as bonificações oferecidas pela indústria.

Pecuária de precisão também chegou ao confinamento

No Espírito Santo, onde a disponibilidade e o valor da terra pressionam a produção por hectare, tecnologia e intensificação aparecem como respostas. Nas quatro propriedades visitadas no Norte capixaba, foram identificadas ferramentas como drones para contagem automatizada do rebanho e índices de bem-estar animal acompanhados em tempo real, gerando informações para decisões de manejo.

Nesse cenário, o confinamento não necessariamente funciona durante todo o ano. Ele pode ser acionado de maneira sazonal para melhorar o aproveitamento da terra e manter regularidade na oferta de bovinos para a indústria frigorífica.

Nem toda Bahia é igual

A própria expedição mostra por que falar em um único modelo de confinamento brasileiro seria simplificar demais o setor. No Sul da Bahia, o levantamento encontrou maior predominância de cria e recria a pasto e participação ainda pequena do confinamento. Na região central, a situação muda. Com restrições hídricas e menor disponibilidade de volumoso, produtores vêm adaptando dietas e estratégias de compra. O Confina Brasil identificou propriedades aproveitando períodos de seca para adquirir matrizes com bezerro ao pé desvalorizadas, além da utilização de estruturas de Terminação Intensiva a Pasto (TIP) que podem ser convertidas temporariamente em confinamentos. Mais a oeste, a disponibilidade de grãos e a escala agrícola criam as condições para operações muito maiores — chegando justamente ao projeto com capacidade estática para 65 mil animais.

O confinamento brasileiro está mudando de função

A principal conclusão da primeira rota talvez seja mais importante do que o tamanho de qualquer confinamento individual.

Nas 36 propriedades analisadas, o cocho aparece menos como um negócio independente e mais como uma ferramenta de gestão da fazenda. Ele pode transformar coprodutos agrícolas em carne em São Paulo, acelerar ciclos produtivos em Minas Gerais, aumentar a produção por hectare no Espírito Santo ou aproveitar a enorme oferta agrícola do Oeste baiano.

Essa é justamente a interpretação apresentada pela equipe responsável pelo levantamento: o valor encontrado na primeira etapa está menos na escala isolada dos confinamentos e mais na capacidade de integrar a terminação a sistemas produtivos mais amplos, adaptados às condições econômicas, agrícolas e climáticas de cada região.

Para o pecuarista, a mudança é relevante. Confinar deixa de significar simplesmente colocar o boi no cocho para ganhar peso mais rápido. Cada vez mais, a decisão envolve custo da terra, disponibilidade de grãos e coprodutos, preço da reposição, logística, agricultura, escala e capacidade de comercialização.

E a operação de 65 mil cabeças encontrada no Oeste baiano é uma demonstração do tamanho que essa integração pode alcançar.

Fonte: Compre Rural

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