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Prefeito de Riachão das Neves pede afastamento temporário para assumir cargo de auditor fiscal

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Obras de infraestrutura e drenagem pluvial realizadas pela Prefeitura de Luís Eduardo Magalhães para melhorar o escoamento da água da chuva.

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Local de acidente fatal com Chevrolet Onix que caiu em canal de drenagem em obras no bairro Cidade Alta, em Luís Eduardo Magalhães, Bahia.

Homem de 43 anos morre em acidente de trânsito em Luís Eduardo Magalhães

Um homem de 43 anos morreu após um grave acidente de trânsito na manhã deste sábado (24), por volta das 5h, no bairro Cidade Alta, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia. A vítima foi identificada como Ademar de Sousa Martins Junior.

Segundo informações iniciais, ele conduzia um Chevrolet Onix pela Rua dos Umbus, em direção ao bairro Mimoso I, quando passou direto pelo trecho onde havia uma rotatória, atualmente em obras para a construção de um canal de drenagem pluvial.

O veículo bateu na lateral da estrutura e caiu na parte posterior do canal. O motorista estava sozinho e morreu no local.

O SAMU constatou o óbito. A SUTRANS sinalizou e isolou a área. Após a perícia, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para necropsia.

Oeste Notícia

Suzana Muterle Viccini, produtora rural de Barreiras, no Oeste da Bahia, investe em drones, agricultura de precisão e sustentabilidade na Fazenda Querência dos Pampas.

Há 30 anos no agro, agricultora leva drones à fazenda no Oeste da Bahia

Quando a família de Suzana Muterle Viccini chegou ao Oeste da Bahia, na década de 1980, produzir grãos no Cerrado era bem mais difícil. Estradas eram precárias, o solo exigia muito trabalho e a tecnologia era escassa.

Décadas depois, a produtora aparece em uma realidade quase oposta. Na Fazenda Querência dos Pampas, em Barreiras (BA), drones sobrevoam áreas agrícolas, ferramentas de agricultura de precisão ajudam no manejo e bioinsumos passaram a integrar a produção.

Tecnologia no campo

A entrada de Suzana na administração não ocorreu de uma única vez. Segundo a própria produtora, ela foi encontrando espaço conforme surgiam novas demandas dentro do negócio da família.

Com o tempo, passou a participar da profissionalização dos processos administrativos e da adoção de novas tecnologias. Monitoramento por drones, agricultura de precisão e produtos biológicos estão entre as mudanças implementadas na Fazenda Querência dos Pampas.

A modernização não ficou restrita ao aumento da produtividade. A fazenda trabalha com plantio direto, áreas irrigadas e ações de conservação do solo, de nascentes, do rio e de trechos do Cerrado, segundo relato da produtora.

Suzana relaciona parte desse desenvolvimento à própria história agrícola do Oeste da Bahia. Quando os primeiros produtores chegaram à região, características como o solo ácido obrigaram agricultores a buscar conhecimento técnico e soluções conjuntas para tornar o Cerrado produtivo.

Mulheres ganham espaço

Foi também fora da porteira que Suzana ampliou sua atuação. Em 2016, participou da criação do Núcleo das Mulheres do Agro do Oeste da Bahia, grupo que posteriormente se tornou uma associação formal.

A organização começou reunindo mulheres ligadas ao campo para trocar experiências, mas passou a desenvolver projetos de capacitação, sustentabilidade, responsabilidade social e preparação de novas gerações para assumir negócios familiares.

Suzana permaneceu à frente da entidade ao longo dos anos e foi reeleita por unanimidade para a presidência no biênio 2025-2026. A associação também mantém iniciativas sociais, ambientais e educacionais em municípios do Oeste baiano.

A atuação ajudou a transformar a produtora em um dos nomes conhecidos do agronegócio regional. Na avaliação do Prêmio Mulheres do Agro, entram fatores que vão além do volume produzido, como uso de recursos naturais, conservação do solo, governança, eficiência e relacionamento com as comunidades.

Em 2026, Suzana terminou atrás apenas de Kátia Helena Fenner Rodrigues, de Santa Catarina, entre as médias propriedades.

Fonte: Correio

Fachada do Superior Tribunal de Justiça, responsável pelo julgamento que condenou cinco réus por corrupção e venda de decisões judiciais investigadas na Operação Faroeste, na Bahia.

STJ condena ex-presidente do TJ-BA e outros quatro por venda de sentenças em caso investigado pela Operação Faroeste

A ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, e outros quatro réus foram condenados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) na quarta-feira (21), em uma ação sobre venda de decisões judiciais investigada pela Operação Faroeste. As penas variam de 10 anos e nove meses a 21 anos e sete meses de prisão, todas em regime inicial fechado. Cabe recurso.

O processo é um dos desdobramentos da investigação que apura, desde 2019, a atuação de magistrados para beneficiar empresários do agronegócio no oeste baiano. Segundo os investigadores, o esquema buscava legalizar mais de 360 mil hectares de terras griladas e envolveria cerca de R$ 1 bilhão.

Condenada por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, Maria do Socorro recebeu pena de 14 anos e 11 meses de prisão. O juiz aposentado Sérgio Humberto de Quadros Sampaio foi sentenciado pelos mesmos crimes a 15 anos e oito meses.

O julgamento também determinou a perda do cargo público dos dois magistrados. No caso de Sérgio Sampaio, a punição foi convertida em cassação da aposentadoria compulsória. Ambos chegaram a ser presos durante a investigação, mas aguardavam o julgamento em liberdade.

A maior pena foi aplicada ao empresário Adailton Maturino dos Santos: 21 anos e sete meses de prisão. A mulher dele, Geciane Souza Maturino dos Santos, recebeu condenação a 16 anos e quatro meses, enquanto o advogado Ricardo Augusto Três foi sentenciado a 10 anos e nove meses. Os três responderam por corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Outros três acusados foram absolvidos por falta de provas: Amanda Santiago Andrade Sousa, ex-vocalista da Timbalada e filha de Maria do Socorro, Valdete Aparecida Stresser e Márcio Duarte Miranda.

A decisão foi unânime. Os integrantes da corte seguiram o voto do relator, ministro OG Fernandes, que levou mais de duas horas para apresentar sua análise. A sessão começou pela manhã e terminou no início da noite, após manifestações da acusação e dos advogados dos réus.

A defesa de Maria do Socorro contestou a condenação e anunciou que recorrerá. Em nota, os advogados afirmaram que a decisão “não se apoia em qualquer prova idônea” e sustentaram que uma transação financeira entre irmãos, documentada e declarada, foi interpretada pela acusação como pagamento de propina.

Os defensores também criticaram o uso de anotações pessoais de conteúdo místico e espiritual apreendidas na casa da desembargadora. Segundo a defesa, o material foi utilizado para avaliar a personalidade da magistrada e agravar sua pena.

Sobre Amanda Santiago, representada pela mesma equipe, os advogados afirmaram que a absolvição confirma a posição sustentada desde o início do processo. “Amanda jamais praticou qualquer crime e jamais deveria ter sido acusada”, declarou a defesa. A reportagem não conseguiu contato com a defesa dos outros réus.

O TJ-BA informou, em nota, que “não se manifesta sobre questões relacionadas a processos judiciais em tramitação nas instâncias superiores”.

A Operação Faroeste se concentra em disputas por terras no oeste da Bahia, região de forte presença do agronegócio e produção de soja, milho e algodão. Conforme a investigação, decisões judiciais eram negociadas para favorecer interesses empresariais sobre essas áreas.

Fonte: Correio

Lideranças empresariais participam de encontro em Bom Jesus da Lapa para discutir o cenário econômico e as perspectivas para 2027.

Empresários de Bom Jesus da Lapa discutem economia e perspectivas para 2027

Ouvir quem empreende, conhecer os desafios de cada região e trocar ideias sobre os caminhos para o desenvolvimento dos negócios. Com esse propósito, a presidente da Associação Comercial da Bahia (ACB) e vice-presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado da Bahia (FACEB), Isabela Suarez, e o presidente da FACEB, Paulo Cavalcanti, participam nesta terça-feira (20) de um encontro com lideranças empresariais em Bom Jesus da Lapa, no Oeste da Bahia. A programação inclui uma roda de conversa sobre o panorama econômico e as perspectivas para 2027, promovida pelo Sebrae no âmbito da estratégia Territórios Empreendedores.

“Quem está no dia a dia dos negócios conhece de perto os desafios de empreender, produzir, gerar empregos e renda. Por isso, é tão importante estar nos municípios, ouvir os empresários e trocar experiências. Cada região tem sua realidade e seu potencial, e essa conversa nos ajuda a entender melhor as necessidades de quem movimenta a economia e a pensar, junto com as lideranças locais, em caminhos para fortalecer os negócios e criar oportunidades”, afirma Isabela Suarez.

Para Paulo Cavalcanti, o associativismo tem papel fundamental na organização e na representatividade do setor produtivo. “Nosso compromisso é nos aproximar das lideranças locais, ouvir suas demandas e transformar essa união em convergência de forças, representatividade e ações concretas. O associativismo é um caminho fundamental para fortalecer a voz dos empresários e ampliar sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento dos municípios e, consequentemente, de toda a Bahia”, afirma.

A estratégia Territórios Empreendedores busca aproximar lideranças do poder público, da iniciativa privada e da sociedade civil para construir caminhos de desenvolvimento alinhados às características e necessidades de cada região. A participação da ACB e da FACEB contribui para aproximar essa articulação do setor empresarial e ampliar o espaço de escuta dos empreendedores locais.

A agenda integra o movimento de interiorização da ACB e da FACEB, que busca estreitar o relacionamento com empresários e lideranças dos municípios baianos, conhecer suas demandas e fortalecer o associativismo como instrumento de representatividade e articulação em favor do desenvolvimento regional. Desde que assumiu a presidência da ACB, em julho de 2025, Isabela Suarez tem percorrido diferentes regiões da Bahia, com visitas a Feira de Santana, Juazeiro, Luís Eduardo Magalhães, Paulo Afonso, Vitória da Conquista e Canudos, entre outras cidades.

Fonte: ACB

Hospital do Oeste, em Barreiras, onde uma médica recebeu indevidamente bolsa de residência médica e deverá ressarcir R$ 17,2 mil aos cofres públicos estaduais.

Médica terá de devolver R$ 17,2 mil por bolsa recebida indevidamente no Hospital do Oeste

O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) instaurou um procedimento administrativo para acompanhar o ressarcimento de R$ 17.293,71 aos cofres públicos estaduais por uma médica que recebeu indevidamente bolsa-auxílio do Programa de Residência Médica em Ortopedia e Traumatologia do Hospital do Oeste, em Barreiras. O valor deverá ser pago em 24 parcelas mensais e sucessivas, conforme Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com o órgão.

De acordo com documento da 1ª Promotoria de Justiça de Barreiras, a apuração foi aberta para investigar o recebimento dos valores entre setembro de 2024 e janeiro de 2025. O montante inicialmente calculado foi de R$ 16.444,94, mas, após correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), chegou a R$ 17.293,71. A portaria foi publicada no Diário Oficial da Justiça da Bahia nesta quinta-feira (22).

O acordo prevê que o ressarcimento seja realizado por meio de guias de arrecadação emitidas em nome da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). A promotoria deverá acompanhar o cumprimento das obrigações até a quitação integral do débito.

O inquérito civil que apurava o caso foi arquivado após o Conselho Superior do Ministério Público da Bahia homologar o encerramento da investigação, por unanimidade, em sessão realizada em 1º de setembro de 2026. O arquivamento, no entanto, não encerra o acompanhamento do acordo firmado.

A nova medida administrativa foi determinada na última terça (20) e tem como objetivo fiscalizar o pagamento das 24 parcelas previstas no TAC. A médica deverá encaminhar os comprovantes de cada pagamento ao Ministério Público dentro dos prazos estabelecidos no acordo.

Caso haja descumprimento das obrigações, o órgão poderá adotar medidas para executar o termo, que tem força de título executivo extrajudicial. Isso permite cobrar judicialmente o cumprimento do compromisso assumido.

Fonte: Correio

Representantes da Aiba, o prefeito Junior Marabá e a deputada estadual eleita Cinthya Marabá durante encontro em Luís Eduardo Magalhães para discutir demandas do agronegócio baiano.

Aiba apresenta demandas estratégicas do agronegócio baiano à deputada estadual eleita Cinthya Marabá

Na manhã desta terça-feira (20), a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) recebeu o prefeito de Luís Eduardo Magalhães (LEM), Junior Marabá, e a primeira-dama do município, a deputada estadual eleita Cinthya Marabá. Durante o encontro, realizado na sede da instituição em LEM, a diretoria da Aiba, representada pelo presidente Moisés Schmidt e pela diretora executiva Lizane Ferreira, além de parabenizá-la pelo êxito nas Eleições Gerais de 2026, apresentou um documento com as demandas prioritárias que a associação considera relevantes para a atuação parlamentar na legislatura 2027–2030.

Aiba apresenta demandas estratégicas para o agro baiano à deputada estadual eleita Cinthya Marabá
Presidente da Aiba, Moisés Schmidt, e a primeira dama de Luís Eduardo Magalhães e deputada estadual eleita, Cinthya Marabá – Foto: Ascom/Aiba

A proposta abrange temas essenciais como crédito e seguro rural, fomento e transição tributária, infraestrutura logística e energética, irrigação e recursos hídricos, defesa sanitária, ciência, tecnologia, inovação e conectividade rural, sustentabilidade, ESG, bioeconomia, mão de obra qualificada, assistência técnica e extensão rural pública (ATER), segurança no campo e acesso a mercados.

As ações elencadas no documento técnico cobrem todo o Estado da Bahia e o conjunto das cadeias produtivas do agronegócio baiano, do pequeno produtor e da agricultura familiar ao grande produtor, contemplando as etapas de produção, industrialização, comercialização e exportação.

A entrega do ofício à deputada estadual eleita leva em consideração sua forte ligação com o Oeste baiano, região onde o agronegócio é o principal motor da economia, do emprego e da arrecadação municipal. As propostas, contudo, possuem alcance estadual e foram estruturadas para subsidiar o diálogo com produtores de todas as regiões da Bahia, estendendo-se também aos demais parlamentares eleitos e reeleitos no estado.

Aiba apresenta demandas estratégicas para o agro baiano à deputada estadual eleita Cinthya Marabá
Foto: Ascom/Aiba

Há mais de três décadas, a Aiba atua como interlocutora técnica entre o setor produtivo e os poderes públicos federal e estadual, subsidiando políticas públicas com diagnósticos técnicos, dados de safra, monitoramento fitossanitário e experiência acumulada de gestão institucional.

Fonte: Aiba

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